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Supervisor diz que fusão entre Credit Suisse e UBS não afeta concorrência

O supervisor do Mercado Financeiro suíço, Finma, determinou hoje que a aquisição do banco Credit Suisse pelo UBS, em 2023, não impede a "concorrência efetiva", após a Autoridade da Concorrência suíça ter recomendado que se investigasse essa possibilidade.

Supervisor diz que fusão entre Credit Suisse e UBS não afeta concorrência
Notícias ao Minuto

13:51 - 19/06/24 por Lusa

Economia Finma

"A fusão entre o UBS e o Credit Suisse não impedirá a concorrência efetiva em qualquer segmento do mercado", declarou o Finma em comunicado.

No entanto, a Autoridade da Concorrência afirmou que vai continuar a monitorizar a integração.

A compra do segundo maior banco suíço (Credit Suisse) pelo primeiro (UBS) criou um novo gigante bancário, o segundo maior da Europa em valor de mercado, o que, segundo alguns especialistas, contactados pela AFP, lhe confere uma posição dominante em diversas áreas como o negócio de empréstimos locais.

A Autoridade da Concorrência suíça (Comco) apresentou hoje um relatório, elaborado em setembro, mas cujo conteúdo não foi divulgado, que é mais crítico em relação à operação de aquisição, que foi realizada a pedido do Governo suíço para salvar o Credit Suisse da falência.

O relatório está de acordo o Finma no que respeita à necessidade de continuar a assegurar a concorrência no setor bancário, embora tenha registado queixas de alguns clientes sobre o aumento dos preços de alguns serviços.

No final de maio, o grupo financeiro UBS concluiu a fusão histórica com o seu antigo rival Credit Suisse, que deixou de existir, marcando um novo capítulo no setor financeiro suíço.

O fim do grupo Credit Suisse, como uma entidade legal separada, encerra a história de um banco que desempenhou um papel central na história e no desenvolvimento da Suíça.

Fundado por Alfred Escher em 05 de julho de 1856, com o nome alemão de Schweizerische Kreditanstalt para financiar a construção da rede ferroviária do país, o banco tornou-se mais tarde numa potência que simbolizava o papel da Suíça como centro financeiro mundial.

O Credit Suisse tentou adaptar-se a um cenário bancário que se alterou após a crise financeira de 2008, mas mergulhou numa crise mais profunda nos últimos anos, tendo sido afetado por uma série de escândalos e questões judiciais.

Leia Também: Banco UBS conclui fusão histórica com o Credit Suisse

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