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Wall Street encerra mês com índices emblemáticos em máximos históricos

A bolsa nova-iorquina encerrou hoje com os seus índices mais emblemáticos em máximos históricos.

Wall Street encerra mês com índices emblemáticos em máximos históricos
Notícias ao Minuto

23:16 - 29/02/24 por Lusa

Economia Bolsas

Os resultados definitivos da sessão indicam que o alargado S&P500 subiu 0,5%, superando o seu recorde fixado na semana passada, o tecnológico Nasdaq progrediu 0,9% e bateu o seu máximo estabelecido em 2021, e o seletivo Dow Jones Industrial Average valorizou 0,1%, que foi o suficiente para superar o inédito nível alcançado na última semana.

No mercado obrigacionista, os rendimentos conheceram alguma acalmia depois de um índice de preços muito escrutinado mostrou uma variação no último mês muito de acordo com o esperado. Isto acalmou as preocupações em Wall Street quanto a uma eventual reanimação da inflação. Relatórios anteriores relativos a janeiro tinham mostrado que os preços tinham subido acima do esperado ao nível do consumidor e do comércio retalhista.

"Apesar de a inflação ter estado mais 'quente' do que até então, foi mais um 'flash' do que o início de algo pior", comentou Brian Jacobsen, economista-chefe da Annex Wealth Management.

Os relatórios de quinta-feira mantiveram intactas as esperanças de que a Reserva Federal (Fed) pode começar a cortar a sua taxa de juro de referência em junho.

Este movimento iria aliviar a pressão sobre a economia e estimular o investimento.

A Fed já indicou que pode fazer vários cortes na sua taxa de juro de referência este ano, a qual está no ponto mais alto desde 2001.

Estas esperanças de cortes na taxa de juro em breve têm contribuído para a presente tendência altista da praça bolsista, que j+a levou, por exemplo, o S&P500 a registar quatro meses consecutivos de ganhos.

O alívio nas taxas, porém, só vai acontecer, como a Fed tem dito, se a informação macroeconómica convencer o banco central norte-americano de que a tendência de subida dos preços está a convergir para a sua meta de dois por cento.

Os operadores bolsistas têm estado a rever, no sentido do adiamento, a data em que a Fed pode começar a cortar a taxa de juro. Uma série de relatórios macroeconómicos que mostram uma economia forte empurraram para depois de março o início daqueles cortes.

Na quinta-feira saiu mais um relatório que evidencia um mercado de trabalho com os trabalhadores a inscreverem-se para o subsídio de desemprego a serem menos do que os economistas esperavam. É o sinal mais recente de um mercado laboral notavelmente resiliente.

Entretanto, por outro lado, a esperança entre os investidores bolsistas é a de que uma economia sólida vai alimentar um crescimento dos lucros das empresas dos EUA, mesmo que aquela solidez implique um adiamento na redução das taxas de juro.

Leia Também: Nova Iorque negoceia em alta na última sessão do mês

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