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Bolsa de Lisboa sobe 0,03% com Galp a liderar os ganhos

A bolsa de Lisboa está hoje a subir 0,03% para 6.241,43 pontos, com a Galp e a Greenvolt a liderarem os ganhos, ao avançarem 0,87% e 0,73%, respetivamente.

Bolsa de Lisboa sobe 0,03% com Galp a liderar os ganhos

Pelas 08:50 em Lisboa, das 15 ações cotadas no principal índice de referência da bolsa portuguesa, nove subiam, quatro desciam e duas mantinham-se inalteradas, a Semapa e a Corticeira Amorim, nos 10,50 euros e nos 10,44 euros, pela mesma ordem, numa Europa que negociava em terreno positivo.

As ações da Galp subiam 0,87% para 10,98 euros, as da Greenvolt avançavam 0,73% para 9,63 euros, as da Navigator recuperavam 0,59% para 4,11 euros e os 'papéis' da EDP Renováveis ganhavam 0,54% para 26,15 euros.

Ainda em terreno positivo, surge a Altri a subir 0,44% para 5,66 euros, os CTT 0,29% para 3,44 euros e a Sonae 0,29% para 1,04 euros.

Embora com um desempenho positivo, mas com um ganho mais ligeiro, seguiam a Mota-Engil, a ganhar 0,16% para 1,24 euros, e a EDP, a avançar 0,08% para 5,06 euros.

Em sentido oposto, no vermelho, o BCP perdia 1,28% para 0,15 euros, a REN recuava 0,54% para 2,74 euros, a NOS caía 0,27% para 3,74 euros e a retalhista Jerónimo Martins perdia 0,09% para 22.48 euros.

As bolsas europeias estão hoje a negociar em terreno positivo, com os investidores a avaliarem os sinais de abrandamento da inflação nos Estados Unidos em julho, que permitirá à Reserva Federal gerir aumentos de taxas de juro menos agressivos.

Na quinta-feira, Wall Street perdeu parte do entusiasmo observado na sessão de quarta-feira devido aos dados da inflação em julho no país que denotaram um abrandamento dos preços no consumidor, o que teve efeito no desempenho do setor tecnológico que perdeu algum do seu vigor.

Uma outra boa notícia foi a surpresa que os corretores tiveram com o índice de preços na produção no país, que também foi favorável e que levou os investidores a procurarem fazer mais-valias, segundo a agência financeira Bloomberg.

No entanto, o mercado de obrigações "está mais cético", com as curvas de rendimento das obrigações do Tesouro norte-americano invertidas, o que poderá sugerir que uma recessão pode reduzir o custo de vida, adianta.

"Vão existir ventos contrários para os mercados até que tenhamos alguma resolução sobre até onde a Fed irá e por quanto tempo aumentará as taxas de juros", disse à Bloomberg Television o diretor de gestão de património da UBS Financial Services, Terri Jacobsen.

Leia Também: Bolsa de Lisboa abre a subir 0,25%

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