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Ministro critica os que não compreendem a importância estratégica da TAP

Pedro Nuno Santos diz que é necessário tentar perceber porque é que "em nenhum outro país europeu se questiona a intervenção e o auxílio público às suas companhias de bandeira. Em nenhum outro país europeu nós assistimos ao debate que assistimos em Portugal". 

Ministro critica os que não compreendem a importância estratégica da TAP

O ministro das Infraestruturas e Habitação, Pedro Nuno Santos, defendeu, esta quarta-feira, a importância da TAP, sublinhando que é preciso refletir sobre o facto de em nenhum outro país europeu se questionar a intervenção e o apoio público às companhias aéreas nacionais e criticando os que não compreendem a importância estratégica da TAP. 

Pedro Nuno Santos diz que é necessário tentar perceber porque é que "em nenhum outro país europeu se questiona a intervenção e o auxílio público às suas companhias de bandeira. Em nenhum outro país europeu nós assistimos ao debate que assistimos em Portugal". 

"Temos de pensar sobre nós próprios: Porque é que nós colocamos em causa o apoio público a uma companhia de bandeira que dá centralidade a um país que é periférico no quadro europeu", questionou o ministro das Infraestruturas, em declarações transmitidas pela RTP3. 

O ministro lembra que a pandemia "teve um impacto brutal e devastador no setor da aviação comercial. Devastador, em todo o mundo. Na TAP também". 

Contudo, considera que se deve olhar para a importância da companhia aérea portuguesa no cenário nacional: "Quando falamos da TAP falamos da empresa, ou de uma das três empresas, que mais contribui para as exportações em Portugal", acrescentou o ministro. 

O Governo vai injetar 1.988 milhões de euros na TAP este ano e em 2022, segundo o relatório que acompanha a proposta de Orçamento do Estado para 2022, mantendo os 990 milhões de euros previstos para o ano.

O relatório indica que este ano "foi ainda concedida à TAP, ao abrigo das normas comunitárias especialmente desenhadas para o contexto pandémico, uma compensação por danos Covid referentes ao período de março a junho de 2020, no valor de 462 milhões de euros, compensação que foi atribuída sob a forma de capital".

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