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PIB confirma a "forte retoma". Leão confia num crescimento superior a 4%

O gabinete de João Leão mantém a confiança que a previsão de crescimento de 4% para este ano será superada. 

PIB confirma a "forte retoma". Leão confia num crescimento superior a 4%

O Ministério das Finanças destacou, esta sexta-feira, que o PIB no 2.º trimestre registou o "maior crescimento económico das últimas décadas", o que confirma a "forte retoma económica" do país. Além disso, o gabinete de João Leão mantém a confiança que a previsão de crescimento de 4% para este ano será superada. 

"Portugal atinge o nível mais alto do PIB desde o início da pandemia, o que confirma a forte retoma económica em Portugal e a perspetiva de que, com o avanço da vacinação e o controlo da situação pandémica, seja possível ultrapassarmos a estimativa de crescimento de 4% apresentada no Programa de Estabilidade", refere o Ministério das Finanças, em comunicado. 

O PIB português registou um crescimento de 4,9% no segundo trimestre face ao primeiro, e de 15,5% face ao mesmo período do ano passado, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).

Contudo, o INE alertou que "esta evolução é influenciada por um efeito base, uma vez que as restrições sobre a atividade económica em consequência da pandemia se fizeram sentir de forma mais intensa nos primeiros dois meses do segundo trimestre de 2020, conduzindo então a uma contração sem precedente da atividade económica".

O Ministério das Finanças sublinha que o crescimento homólogo é o "mais elevado nas séries trimestrais disponíveis".

Além disso, comparando com os restantes Estados-membros, o gabinete do ministro João Leão sublinha que "tanto o crescimento homólogo, como o crescimento em cadeia, situam-se consideravelmente acima das médias da zona euro e da UE, sinalizando a retoma do processo de convergência interrompido durante a pandemia". 

O PIB da zona euro subiu, no segundo trimestre deste ano, 13,7% face ao mesmo período de 2020, marcado pela pandemia, e 2% face aos primeiros três meses de 2021, liderando Portugal as subidas trimestrais.

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