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Trabalhadores do Grupo Águas de Portugal estão hoje em greve

Os trabalhadores cumprem uma greve de 24 horas, para reivindicar aumentos salariais de 90 euros por trabalhador.

Trabalhadores do Grupo Águas de Portugal estão hoje em greve
Notícias ao Minuto

08:23 - 11/06/21 por Notícias ao Minuto com Lusa 

Economia Grupo Águas de Portugal

Os trabalhadores do Grupo Águas de Portugal (AdP) estão em greve, esta sexta-feira, por aumentos salariais de 90 euros, bem como pela redução do horário de trabalho para 35 horas semanais, entre outras medidas de valorização das carreiras.

"Esta sexta-feira, 11 de junho, os trabalhadores do Grupo Águas de Portugal cumprem uma greve de 24 horas pela concretização das medidas necessárias à sua valorização, num grupo que teve 79 milhões de euros de lucros em 2020", informou o Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional, Empresas Públicas, Concessionárias e Afins (STAL), afeto à CGTP-IN.

Na nota enviada à comunicação social, o sindicato diz que "os trabalhadores estão fartos e descontentes com a atual situação, e exigem resposta imediata às suas reivindicações sem mais delongas e desculpas".

Assim, a partir das 00h00 de sexta-feira, os trabalhadores promovem uma paralisação, para reivindicar aumentos salariais de 90 euros por trabalhador, fixando-se em 850 euros, "no curto prazo, como o salário mínimo de entrada nas empresas e a negociação das matérias pecuniárias e outras com base nas propostas das organizações sindicais".

Defendem ainda a construção de um novo regime de carreiras, categorias profissionais e funções "que valorize e reconheça o saber, a experiência e o empenho dos trabalhadores", a redução progressiva do horário de trabalho para as 35 horas semanais e a atribuição de um subsídio de risco extraordinário, no contexto da pandemia de SARS-CoV-2 e a regulação do suplemento de insalubridade, penosidade e risco.

Adicionalmente, os trabalhadores lutam pela estabilidade do emprego e pelo fim da precariedade laboral, defendem a gestão pública da empresa e o fim do 'outsourcing' e a contratação de mais trabalhadores para assegurar um serviço de qualidade.

Por fim, os trabalhadores reivindicam a aplicação do Acordo de Empresa da EPAL - Empresa Portuguesa das Águas Livres a todos os trabalhadores da AdP, bem como a "melhoria e o pleno respeito pelas normas de segurança e saúde no trabalho".

"Os problemas laborais mantêm-se sem resolução há vários anos, menosprezando-se o empenho e a dedicação dos trabalhadores, que se mantiveram na primeira linha da prestação de um serviço público essencial à população neste difícil contexto sanitário", sublinha o sindicato.

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