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NOS sobe mais de 3% após reportar lucros de 30,5 milhões

Nos primeiros três meses do ano, "as receitas de telecomunicações, apesar dos efeitos da pandemia sobre as receitas de 'roaming', registaram um crescimento de 0,8% face ao período homólogo, atingindo 335,7 milhões de euros".

NOS sobe mais de 3% após reportar lucros de 30,5 milhões

A NOS valoriza mais de 3% em bolsa, esta quarta-feira, depois de ter anunciado que registou lucros de 30,5 milhões de euros no primeiro trimestre, o que compara com prejuízos de 10,4 milhões de euros um ano antes, anunciou a operadora de telecomunicações, na terça-feira. 

De acordo com o Investing, há momentos*, as ações da NOS subiam 3% para 3,02 euros por ação. 

Em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a NOS adianta que "o resultado líquido consolidado situou-se em 30,5 milhões de euros face aos 10,4 milhões negativos registados um ano antes".

Nos primeiros três meses do ano, "as receitas de telecomunicações, apesar dos efeitos da pandemia sobre as receitas de 'roaming', registaram um crescimento de 0,8% face ao período homólogo, atingindo 335,7 milhões de euros".

Já as receitas consolidadas, "não comparáveis com as do período homólogo de 2020 devido ao encerramento dos cinemas e ao impacto verificado com o confinamento neste trimestre, registaram um decréscimo de 2,3% para 337,4 milhões de euros", refere a NOS.

O resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações (EBITDA) consolidado recuou 0,4% para 152,2 milhões de euros.

No que respeita ao EBITDA das telecomunicações, este subiu 1,2% para 143,5 milhões de euros.

"Na área de cinema e audiovisuais, a quebra dos resultados operacionais atingiu 20,6% face aos primeiros três meses do ano passado", para 8,7 milhões de euros, refere a NOS, salientando que "o crescimento da área de telecomunicações permitiu que se verificasse apenas um ligeiro declínio do EBITDA consolidado de 0,4%".

A margem do EBITDA "teve uma melhoria de 0,9 pontos percentuais para 45,1%, fruto das medidas de eficiência implementadas pela companhia", aponta a NOS.

As receitas de audiovisuais e exibição cinematográfica caíram 55,4% para 9,7 milhões de euros.

No trimestre em análise, a NOS "reforçou os seus investimentos, em particular na área de comunicações", tendo o capex total do grupo, excluindo os contratos de 'leasing', crescido 8,7% para 96 milhões de euros.

A dívida financeira líquida diminuiu 26,2% em termos homólogos para 783,4 milhões de euros.

"A redução acentuada da dívida financeira líquida relaciona-se com o recebimento do pagamento proveniente da alienação da NOS Towering no final do terceiro trimestre de 2020", explica a operadora de telecomunicações.

A NOS adianta que nas comunicações móveis registou um aumento de 3% no número de serviços, que passaram a somar 4,992 milhões.

"Esta tendência foi também sentida nos serviços de banda larga fixa, que cresceram em 37 mil, totalizando 1,462 milhões, e também nos serviços de voz fixa, que atingiram 1,771 milhões, mais 14 mil serviços, face ao ano anterior", lê-se no comunicado.

O número de clientes convergentes e integrados "alcançou 62,9% da base total de clientes fixos, mais 2,2 pontos percentuais do que no final de março de 2020".

A base de serviços totais prestados pela NOS ascendeu a 9,902 milhares de RGU (unidades geradoras de receitas), "um crescimento de 2,1% face ao período homólogo", acrescenta, apontando que "resultado do forte investimento que a NOS continua a realizar nas suas infraestruturas de rede, a cobertura de rede fixa de nova geração atingiu, no final deste trimestre, 4,913 milhões de casas, mais 274 mil" face a igual período de 2020.

Nos serviços empresariais, além de comunicações, "a NOS tem vindo a apresentar um conjunto de soluções de IT, contando com parceiros estratégicos, nomeadamente na área de 'cloud' híbrida, como a Google, AWS e Azure".

No trimestre em análise, "a NOS continuou a conquistar clientes relevantes no segmento 'corporate' [empresarial], tanto no setor público como no setor privado", e o número de serviços empresariais atingiu 1,532 milhões, o que compara com 1,483 milhões registados no mesmo período de 2020.

Nos cinemas, área "altamente impactada pela pandemia, as salas estiveram encerradas praticamente durante todo o trimestre, tendo sido apenas vendidos 15,9 mil bilhetes nos poucos dias em que as salas estiveram abertas".

No primeiro trimestre de 2020, o número total de bilhetes vendidos foi de 1,5 milhões.

[*Cotação das ações atualizada às 8h38.]

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