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Função Pública. Governo e sindicatos encontram-se em reunião suplementar

De acordo com uma nota de agenda do Ministério da Modernização do Estado e da Administração Pública, o secretário de Estado da Administração Pública, José Couto, vai encontrar-se com a Frente Sindical às 9h00, com a Fesap às 10h30 e com a Frente Comum às 12h00.

Função Pública. Governo e sindicatos encontram-se em reunião suplementar

O Governo marcou uma reunião de negociação suplementar com três sindicatos da Função Pública para esta terça-feira, dia 12 de janeiro, após a realização de duas rondas para discussão da atualização dos salários das primeiras sete posições da Tabela Remuneratória Única (TRU).

De acordo com uma nota de agenda do Ministério da Modernização do Estado e da Administração Pública, o secretário de Estado da Administração Pública, José Couto, vai encontrar-se com a Frente Sindical às 9h00, com a Fesap às 10h30 e com a Frente Comum às 12h00. 

O Governo apresentou, na semana passada, às três estruturas sindicais da Função Pública uma nova proposta que alarga o acréscimo de 10 euros às remunerações até 791,91 euros.

A ministra da Modernização do Estado e da Administração Pública manteve para a remuneração base na Administração Pública o aumento de 20 euros, para aplicar o novo valor ao salário mínimo nacional (665 euros), tal como tinha proposto na segunda-feira.

O Ministério tinha proposto na reunião de segunda-feira um aumento de 10 euros para os trabalhadores com salários entre 665 euros e 693,13 euros passando assim o nível remuneratório seguinte da tabela para os 703,13 euros.

A proposta apresentada abrange também os dois níveis seguintes da TRU, o que significa que haverá um aumento de 10 euros para as atuais posições remuneratórias até aos 791,91 euros.

Com a nova proposta, o salário da posição 5 da TRU passa de 693,13 para 703,13 euros, a posição seguinte passa de 740,26 euros para 750,26 euros e por último a sétima posição passa de 791,91 euros para 801,91 euros.

Apesar da evolução da posição do Governo as estruturas sindicais mantiveram a sua discordância por considerarem que a maioria dos trabalhadores da função pública fica de fora, sem qualquer atualização salarial para este ano.

Por isso, FESAP avançou de imediato com um pedido de reunião de negociação suplementar e porque defende que o aumento da base da TRU deve ser de 30 euros.

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