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Governo ouve parceiros sociais sobre pandemia (e medidas de resposta)

O primeiro-ministro admitiu que na próxima semana o Governo poderá tomar medidas mais restritivas para fazer face ao aumento de contágios. Por isso, convocou uma reunião de emergência para ouvir os parceiros sociais (e partidos) esta sexta-feira.

Governo ouve parceiros sociais sobre pandemia (e medidas de resposta)

A indicação de que o Governo iria ouvir os parceiros sociais sobre a evolução da situação epidemiológica foi dada pelo primeiro-ministro, António Costa, na quinta-feira, no final da reunião do Conselho de Ministros e o encontro realiza-se já na tarde desta sexta-feira. 

O encontro tem início previsto para as 15h30 e contará com a presença da  ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, acompanhada do secretário de Estado Adjunto, do Trabalho e da Formação Profissional, Miguel Cabrita.

O primeiro-ministro admitiu que na próxima semana o Governo poderá tomar medidas mais restritivas para fazer face ao aumento de contágios e adiantou que vai proceder à audição dos partidos e dos parceiros sociais.

Depois da reunião de emergência desta sexta-feira, o Governo vai ter uma reunião com epidemiologistas no Infarmed na próxima terça-feira, 12 de janeiro, dia em que poderão ser então aplicadas medidas mais musculadas de combate à pandemia

"Eu próprio convocarei todos os partidos para proceder ao início da sua audição já a partir desta sexta-feira, tendo em vista podermos preparar, se tal vier a ser necessário,adoção de medidas no próprio dia 12 que correspondam a um agravamento da situação", declarou.

Ou seja, de acordo com o líder do executivo, face à situação em que o país se encontra, "pode ser útil" não se esperar sobre os resultados da reunião com os epidemiologistas, avançando-se imediatamente "com novas decisões".

O líder do Executivo referiu que os números relativos a novos contágios verificados na quarta e quinta-feira rondam os dez mil, "o que indicia um agravamento da situação epidemiológica" no país. Por este motivo, Costa admite um confinamento "tipo" o de março, mas sem o encerramento das escolas

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