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Frente Comum vai pedir negociação suplementar e decidir ações de luta

A Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública vai pedir a negociação suplementar ao Governo, porque considerou que Orçamento do Estado para 2021 não responde às suas reivindicações, e reunir os seus sindicatos para decidir formas de luta.

Frente Comum vai pedir negociação suplementar e decidir ações de luta
Notícias ao Minuto

19:45 - 15/10/20 por Lusa

Economia OE2021

"Depois de analisarmos a proposta de Orçamento do Estado para 2021, vimos que o Governo não satisfez nenhuma das propostas que incluímos no nosso caderno reivindicativo, por isso decidimos pedir a negociação suplementar", disse à agência Lusa o coordenador da Frente Comum, Sebastião Santana.

O sindicalista lamentou a falta de aumentos salariais para os trabalhadores da administração pública, lembrou que a Frente Comum reivindica 90 euros para cada trabalhador e disse que o custo dessa medida seria muito menos do que o que está orçamentado para as Parcerias Público Privadas.

"A proposta de OE também não resolve o problema de nenhuma carreira da Administração Pública. o Governo diz que quer reforçar e valorizar a Administração Pública, mas com as atuais carreiras isso não será possível", disse.

O reforço previsto do pessoal da saúde e da educação continua a ser insuficiente para as necessidades, segundo o líder da Frente Comum.

O sindicalista salientou ainda que não estão a ser asseguradas aos trabalhadores as condições necessárias para o desempenho das suas funções em plena pandemia da covid-19.

Sebastião Santana considerou que a obrigatoriedade de instalação da aplicação para telemóvel "Stayaway Covid" é inaceitável por ser "uma intromissão na vida privada das pessoas e está fora de qualquer contexto razoável".

O Governo entregou no parlamento a proposta de lei que torna obrigatório o uso de máscara na rua e a "utilização StayAway covid em contexto laboral ou equiparado, escolar e académico", sob pena de multa até 500 euros.

A proposta de lei determina que esta obrigatoriedade "abrange em especial os trabalhadores em funções públicas, funcionários e agentes da Administração Pública, incluindo o setor empresarial do Estado, regional e local, profissionais das Forças Armadas e de forças de segurança".

Face à falta de respostas às suas reivindicações a Frente Comum decidiu marcar para dia 22 uma reunião da sua área coordenadora, órgão onde estão representados os sindicatos que integram a estrutura, para decidir que formas de luta vão desenvolver.

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