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Costa já entregou esboço do Plano de Recuperação à Comissão Europeia

"Entregamos agora à Comissão [Europeia] e vamos trabalhando para que assim que os recursos estejam disponíveis possam começar a ser investidos e chegar à economia real", disse o primeiro-ministro.

O primeiro-ministro, António costa, entregou, esta quinta-feira, o esboço do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) à presidente da Comissão Europeia, tendo sido dos primeiros países a entregar o documento. 

"Entregamos agora à Comissão [Europeia] e vamos trabalhando para que assim que os recursos estejam disponíveis possam começar a ser investidos e chegar à economia real", disse o primeiro-ministro.

António Costa referiu também que Ursula von der Leyen "ficou muito contente" com a entrega do plano português, "senão o primeiro, um dos primeiros a ser entregue", por ser o primeiro passo para a concretização de um projeto em que a Comissão Europeia "se empenhou muito" e que Costa qualificou de "passo histórico".

"É um bom sinal para a Comissão - que se empenhou muito em dar este passo histórico que é a emissão de dívida conjunta, e que constitui uma 'bazuca' para a economia europeia - ver que os países estão a trabalhar e têm projetos concretos para corresponder àquilo que é o reforço da UE", afirmou o primeiro-ministro.

Antes de entregar o PRR a Ursula von der Leyen, o primeiro-ministro esteve reunido com o presidente do Parlamento Europeu, David Sassoli, num encontro onde tiveram oportunidade de abordar o futuro quadro financeiro plurianual: 

PRR prevê um investimento de 12,9 mil milhões de euros em resiliência e transição climática e digital -- as três áreas em que o plano foi dividido.

Para a resiliência, que junta as vulnerabilidades sociais, o potencial produtivo e a competitividade e coesão territorial, o Governo prevê um investimento de sete mil milhões de euros, mais de metade do total, sendo que a maior parcela, 3.200 milhões, será aplicado no Serviço Nacional de Saúde, na habitação e em respostas sociais.

Para o potencial produtivo, que agrega o investimento e inovação com qualificações profissionais, estão destinados 2.500 milhões de euros. Já para a competitividade e coesão territorial são previstos 1.500 milhões de euros.

Para a transição climática, o plano prevê um investimento de 2.700 milhões de euros e para a transição digital estão alocados três mil milhões, divididos entre as escolas, as empresas e a administração pública.

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