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Presidente da Jerónimo Martins: "Próximos meses continuarão a ser duros"

O presidente da Jerónimo Martins, Pedro Soares dos Santos, afirma estar "consciente" de que os "próximos meses continuarão a ser duros", mas que a capacidade de adaptação das equipas vai permitir levar "barco a bom porto".

Presidente da Jerónimo Martins: "Próximos meses continuarão a ser duros"

O lucro da Jerónimo Martins caiu 36,2% no primeiro semestre, face a igual período de 2019, para 104 milhões de euros, divulgou hoje a dona do Pingo Doce.

"Estou consciente de que os próximos meses continuarão a ser duros, mas o sólido desempenho do nosso principal negócio, a robustez do balanço do grupo e a capacidade de adaptação das nossas equipas reforçam a minha confiança de que saberemos navegar as águas difíceis em que nos encontramos e levar este barco a bom porto, orientados pelas prioridades estratégicas que definimos e com as quais estamos comprometidos", refere o presidente da Jerónimo Martins, na mensagem que consta no comunicado dos resultados semestrais.

"Os primeiros seis meses do ano ficam sobretudo marcados pelos efeitos da disrupção causada pela pandemia no segundo trimestre", refere o gestor, salientando que "manter a continuidade dos negócios e a estabilidade das cadeias de abastecimento num contexto de crise prolongada e ainda sem fim à vista tem exigido das equipas, aos vários níveis da organização e, particularmente, àqueles que estão nas nossas lojas e centros de distribuição, resiliência, determinação e compromisso verdadeiramente extraordinários", destaca o gestor.

Pedro Soares dos Santos, que destaca uma "nota pessoal de apreço" às equipas, salienta que foram definidas prioridades comuns em todas as empresas do grupo, ao mesmo tempo que foi reforçada a autonomia local.

"Esta autonomia permite uma resposta eficaz às diferentes medidas de contenção e diferentes comportamentos do consumidor observados nos países em que operamos. Assim, mantendo o foco na salvaguarda da segurança das equipas e dos consumidores, na proteção das cadeias de abastecimento e na entrega de qualidade a preços baixos aos consumidores, cada insígnia desenhou e implementou planos de ação específicos", prossegue.

A Jerónimo Martins está presente em Portugal, Polónia e Colômbia.

A cadeia de supermercados polaca Biedronka "respondeu aos desafios com grande assertividade, combinando rapidez, flexibilidade e espírito de iniciativa" e "esta dinâmica, aliada à relevância das campanhas promocionais, protegeu a rentabilidade da companhia e resultou em ganhos de quota de mercado", salientou Pedro Soares dos Santos.

Em Portugal, "a economia está a sofrer pela sua sobre-exposição ao setor do turismo e pelas consequências das fortes restrições impostas à atividade de retalho" e "estes fatores tiveram impacto imediato na rentabilidade dos nossos modelos de negócio", apontou.

Na Colômbia, "as medidas de confinamento e as restrições à atividade económica fazem-se ainda sentir por todo o país, dificultando a visibilidade sobre os impactos na economia de uma pandemia que apresenta comportamentos muito diferentes de região para região".

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