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Comércio, restauração e serviços pedem corte de 40% nas rendas

As associações representativas do setor do comércio, restauração e retalho pediram hoje uma redução de 40% no valor das rendas entre abril e dezembro e a suspensão da taxa liberatória de IRS para senhorios, face ao impacto da covid-19.

Comércio, restauração e serviços pedem corte de 40% nas rendas
Notícias ao Minuto

14:58 - 14/07/20 por Lusa

Economia Covid-19

"Neste contexto, propõe-se a redução em 40% do montante das rendas entre 01 de abril e 31 de dezembro de 2020 e a suspensão, no mesmo período, da taxa liberatória a que estão sujeitos os senhorios em termos de IRS", defenderam, num comunicado conjunto, a Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP), a Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) e a Associação das Marcas de Retalho e restauração (AMRR).

Para os signatários, é "urgente" a adoção destas medidas, uma vez que não é possível manter a sobrevivência da maioria das empresas com o mesmos custos fixos da época pré-covid-19.

A confederação e as duas associações sublinharam que esta proposta "reparte os sacrifícios" e continua a implicar um "esforço enorme" para os empresários do comércio e dos serviços (60%), com a ajuda do Estado (28%) e dos senhorios (12%).

No entanto, esta pode "dar um contributo fundamental para a viabilidade económica" das empresas e para a manutenção de postos de trabalho.

No documento, a CCP, a AHRESP e a AMRR lembraram que, recentemente, o parlamento aprovou um regime para os lojistas dos centros comerciais.

"Importa também encontrar soluções para apoiar os estabelecimentos de comércio, serviços e restauração que ou estiveram encerrados ou cuja atividade esteve e ainda se encontra altamente restringida por imposição legal", apontaram.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 573 mil mortos e infetou mais de 13,12 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 1.662 pessoas das 46.818 confirmadas como infetadas, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

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