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Empresas europeias pedem negociações rápidas para acordo no fim de 2020

A Associação de Câmaras de Comércio europeias, Eurochambres, e a patronal europeia BusinessEurope pediram hoje à União Europeia e ao Reino Unido para negociarem rapidamente uma nova relação para que se consiga alcançar "um acordo satisfatório" no final de 2020.

Empresas europeias pedem negociações rápidas para acordo no fim de 2020
Notícias ao Minuto

14:22 - 31/01/20 por Lusa

Economia Brexit

"<span class="news_bold">Não temos tempo a perder e a UE e o Reino Unido devem propor mandatos claros de negociação sobre os seus objetivos para minimizar a incerteza para as empresas em ambos lados do Canal" da Mancha, afirmou num comunicado o presidente da Eurochambres, Cristoph Leitl, no dia em que o Reino Unido sai do bloco comunitário.

A organização pediu a ambas as partes para respeitarem o estipulado para o período de transição para evitar qualquer fricção comercial, em referência aos 11 meses em se continuará a aplicar a legislação comunitária em território britânico para dar margem para fechar, até 31 de dezembro, um novo acordo.

As câmaras de comércio sublinham a importância de que com a nova relação o Reino Unido se mantenha alinhado com a legislação europeia em "áreas chave, como as ajudas de Estado", para garantir a igualdade de condições entre empresas de um e de outro lado do Canal.

A Eurochambres sublinhou que o calendário marcado pelo Reino Unido é "extremamente difícil" e que, se bem que defendam o alcance de uma "associação económica ambiciosa, profunda e flexível", esta "não deveria ser conseguida através de soluções à pressa que se tornem impraticáveis para as empresas, em particular as PME [pequenas e médias empresas]".

Em linhas similares pronunciou-se a patronal BusinessEurope, para quem "as empresas estão longe de ter certezas sobre a relação futura entre a UE e o Reino Unido e sobre o fantasma de um Brexit sem acordo, que ainda não está fora de hipótese".

Conscientes de que o tempo para negociar um acordo "é limitado", os patrões pedem aos negociadores para utilizarem o período transitório "tão eficientemente quanto seja possível".

As duas organizações referem que o Brexit não elimina a importância do comércio entre o Reino Unido e a UE.

O bloco comunitário é o maior sócio comercial do Reino Unido, destino de 45% das suas exportações (no valor de 341.000 milhões de euros) e origem de 53% das suas importações (424.000 milhões de euros), segundo dados de 2018.

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