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Portugal colocou 1.250 milhões em dívida com juros a mínimos de sempre

Portugal colocou hoje 1.250 milhões de euros, montante máximo anunciado, em Obrigações do Tesouro (OT) a 10 e 15 anos, com juros a caírem e de novo para mínimos de sempre no prazo mais curto, foi anunciado.

Portugal colocou 1.250 milhões em dívida com juros a mínimos de sempre
Notícias ao Minuto

10:58 - 08/05/19 por Lusa

Economia Leilão

Segundo a página do IGCP, agência que gere a dívida pública, na agência Bloomberg, foram colocados 800 milhões de euros em OT com maturidade em 15 de junho de 2029 (cerca de 10 anos) à taxa de juro de 1,059%, um novo mínimo de sempre, abaixo da registada em 10 de abril, 1,143%, anterior mínimo histórico.

A procura das OT a 10 anos cifrou-se em 1.502 milhões de euros, 1,88 vezes o montante colocado.

No anterior leilão a 10 anos, realizado em 10 de abril, Portugal colocou 600 milhões de euros à taxa de juro de 1,143%, o anterior mínimo de sempre, abaixo da taxa registada em 13 de março, de 1,298%.

Em OT com maturidade em 18 de abril de 2034 (cerca de 15 anos) foram colocados hoje 450 milhões de euros à taxa de juro de 1,563%, tendo a procura atingido 855 milhões de euros, 1,90 vezes o montante colocado.

Em relação ao anterior leilão de OT a 15 anos, este realizou-se em 13 de fevereiro deste ano, quando Portugal colocou 295 milhões de euros à taxa de juro de 2,045%, abaixo da do anterior leilão comparável de 11 de julho de 2018 (2,257%). A procura atingiu 675 milhões de euros, 2,29 vezes o montante colocado.

O IGCP, agência que gere a dívida pública, tinha anunciado para hoje a realização de dois leilões de OT com maturidades em 15 de junho de 2029 (cerca de 10 anos) e em 18 de abril de 2034 (cerca de 15 anos) num montante indicativo global entre 1.000 e 1.250 milhões de euros.

Para o diretor da gestão de ativos do Banco Carregosa, Filipe Silva, Portugal "continua a beneficiar das baixas taxas da dívida soberana europeia.

"Emitir dívida de longo prazo e com este custo é muito positivo para o país e continuará a permitir ir reduzindo o custo do serviço de dívida", disse Filipe Silva, citado em comunicado, acrescentando: "Foi um leilão normal ... apesar de termos tido algum ruído político nos últimos dias, tal não veio afetar o risco do país".

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