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Fundo Ambiental teve execução de 247 milhões de euros em 2018

O Fundo Ambiental teve em 2018 uma execução de 247 milhões de euros, mais 82% que em 2017, com a maior parte das verbas a irem para a redução do défice nas tarifas da energia, indicam números divulgados hoje.

Fundo Ambiental teve execução de 247 milhões de euros em 2018

O ministro do Ambiente e da Transição Energética disse à agência Lusa que para o aumento do valor da execução em 2018 contribuiu o crescimento da receita do fundo para 314 milhões de euros, resultante principalmente da canalização para o Fundo Ambiental de todas as receitas da taxa de carbono.

João Pedro Matos Fernandes afirmou que entre as novidades para a aplicação do fundo em 2019 estão os 104 milhões de euros destinados a apoiar a redução dos tarifários de transportes públicos, que permitirá "que os passes baixem muito significativamente em todo o país".

Cinquenta milhões de euros do fundo irão ainda para as obras dos metropolitanos de Lisboa e Porto e para a compra de composições para os metropolitanos e CP.

O ministro destacou ainda os dois milhões de euros que serão aplicados para "mudar a paisagem florestal", encorajando proprietários florestais que tenham eucaliptos plantados a trocá-los por espécies autóctones, contribuindo para uma floresta "mais adaptada ao território".

A construção de ciclovias intermunicipais e o apoio à compra de bicicletas elétricas, tal como existe para os automóveis e motas, são outras aplicações do dinheiro do fundo para este ano.

Em 2018, a maior parte do investimento do fundo foi para a redução do défice tarifário, um total de 160 milhões de euros para pagar às empresas fornecedoras de energia a dívida que resulta da limitação dos preços, que contribuiu para este ano o preço da energia elétrica descer 3,5%.

Dos 30 milhões usados em recursos hídricos, cerca de um terço foi para recuperação de rios após os incêndios de 2017, outro terço para os serviços de águas e 1,6 milhões serviram para a operação de remoção de lamas do rio Tejo.

Oito milhões foram para a reparação de danos ambientais, cinco milhões genericamente para conservação da natureza e biodiversidade e 3,6 milhões apoiaram projetos de economia circular, que encoraja a reutilização e combate o desperdício.

Um total de 2,65 milhões de euros serviu ainda para apoiar a compra de 1.170 automóveis elétricos e 41 motas elétricas.

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