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Dragão viveu um filme de terror com participação especial de José Sá

FC Porto saiu goleado do Estádio do Dragão, após ser derrotado (0-5) pelo Liverpool na primeira mão dos oitavos de final da Liga dos Campeões.

Dragão viveu um filme de terror com participação especial de José Sá
Notícias ao Minuto

21:35 - 14/02/18 por Ricardo Santos Fernandes

Desporto Liga dos Campeões

Resumo: Pela 14.ª vez nos oitavos de final da Liga dos Campeões, o FC Porto não esperava ter uma noite de São Valentim tão ácida como esta. O dragão saiu humilhado do jogo da primeira mão diante do Liverpool. E se, teoricamente, a superioridade dos reds já era alguma antes dos respetivos onzes entrarem em campo, depois do jogo começar tudo piorou. E muito por culpa de José Sá que teve uma noite para esquecer.

Os pupilos de Jurgen Klopp marcaram por Mané (25´, 53’ e 85’), Salah (29’) e Firmino (70’). A segunda mão está agendada para o dia 6 de março em Anfield Road.

Sofrimento de José Sá: primeiro um ‘frango’ e depois um ‘sombrero'

A grande surpresa no onze do FC Porto foi a presença de Otávio no meio campo azul e branco. E esteve muito perto de ser uma agradável surpresa, quando o médio brasileiro recebeu uma bola vinda de Marega e no coração da área desferiu um remate que saiu muito perto da barra da baliza de Karius.

Devagar, devagarinho, o FC Porto quis montar ‘arraiais’ no meio-campo dos reds. Pura ilusão… porque o ‘cínico’ Liverpool nunca se escondeu do jogo e colocou num par de ocasiões os alertas na baliza portuguesa: valeram Marcano e Reyes com cortes providenciais. E quem estavam a proteger? José Sá.

O guardião de barba ruiva foi o ‘cabo das tormentas’ num encontro onde provocou vários sarilhos. Aos 25 minutos, Mané desferiu um remate, de baixo perigo, que passou por debaixo do corpo do português. Um ‘frango’ que mais pareceu um ‘capão’, tamanha a oferta.

E o Dragão ainda se recompunha das ‘penas’ que voavam no anfiteatro azul e branco, quando o ‘segundo assalto’ dos reds chegou à baliza lusa. Milner tirou a bola a Marega e atirou do meio da rua. A bola bateu com estrondo no poste e sobrou para os pés de Salah, que fez um ‘sombrero’ a José Sá e, perante o carrinho de Telles, não perdoou.

Os pupilos de Sérgio Conceição acusaram os golos sofridos, tremeram e a insegurança dominou os instantes seguintes do jogo. Insegurança essa que podia ter diminuído, caso Soares, bem perto do final da primeira parte, tivesse aproveitado um passe soberbo de Brahimi para reduzir no marcador. A bola saiu a rasar o poste direito da baliza de Karius.

Casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão

E na casa azul e branca parecia que ninguém tinha fôlego nem discernimento para colocar o FC Porto em ordem. Conceição ainda tirou Otávio para a entrada de Corona no início da etapa complementar, mas a ‘carica não saiu da garrafa’. As ideias não fluíam, os médios do FC Porto não conseguiam movimentar a locomotiva em direção à baliza adversária. E bastaram oito minutos na segunda parte para a Invicta voltar a gelar num lance de contra-ataque perfeito do Liverpool: A bola sobrou para Firmino, que atirou para defesa incompleta de José Sá, para o lado. Na recarga, Mané atira para a baliza indefesa. Mais um erro de José Sá. O guardião parou bem o remate de Firmino, no entanto, deixou a bola redondinha nos pés de Mané. 

Aos 70 minutos, o carrossel dos reds embalou mais um por Firmino e quando um filme de terror já parece não ter mais ‘sustos’… eis que aparece Mané. Um golaço do senegalês que assinou o melhor tento da noite e, simultaneamente, carimbou a pior derrota caseira do FC Porto.

DIRETO DO ESTÁDIO DO DRAGÃO:

90+2 - Termina o pesadelo no Dragão. FC Porto sofreu a pior derrota em casa para a Liga dos Campeões.

85' - GOLO DO LIVERPOOL. Que golaço. Que humilhação. Mais uma recuperação de bola a meio-campo, Ings dá para Mané e o senegalês, à entrada da área, atira a contar.

83' - Falha Mané! Muito simples. Tac-tac-tac, Wijnaldum-Robertson-Mané, que não responde da melhor forma ao cruzamento, na cara de José Sá, e atira por cima.

74´ - Entra Gonçalo Paciência para o lugar de Soares.

70' - GOLO DO LIVERPOOL. O tento é assinado por Firmino. Aonde é que isto vai parar?

62' - Substituição no FC Porto: Sai Brahimi, para a entrada de Waris.

53' - GOLO DO LIVERPOOL. Marca Mané. Lance de contra-ataque perfeito do Liverpool: A bola sobra para Firmino, que atira para defesa incompleta de José Sá, para o lado. Na recarga, Mané atira para a baliza indefesa. Mais um erro de José Sá. O guardião parou bem o remate de Firmino, no entanto, deixou a bola redondinha nos pés de Mané. 

46' - Substituição no FC Porto: Entrou Corona para o lugar de Otávio.

46' - Teve início a segunda parte.

45' - Intervalo no Estádio do Dragão

44 - Passe de Brahimi a desmarcar 'Tiquinho' Soares e o brasileiro a desferir  um remate muito perigoso. Sai a rasar o poste direito da baliza dos reds.

41' - O FC Porto foi, claramente abaixo depois do segundo golo. Os dragões não conseguem sair para o ataque de forma segura.

29' - GOLO DO LIVERPOOL. Marca Salah.  Milner tira a bola a Marega e atira do meio da rua. A bola bate com estrondo no poste e sobra para os pés de Salah, que não perdoa.

25' - GOLO DO LIVERPOOL. Marca Mané mas José Sá ajudou e muito, deixando a bola passar por debaixo do corpo. É um frango 'monumental' do guardião português.

22' - E desta feita foi Marcano a impedir males maiores para a baliza portuguesa.

20' - Corte de Reyes na hora certa impede que o Liverpool aproveite um erro de José Sá.

12' - Remate do escocês Robertson é o primeiro sinal de aviso dos reds à baliza de José Sá.

10' - Otávio muito perto do golo: Marega atrapalha o defesa e entrega para o médio brasileiro, que remata a rasar a barra!

1' - Rola a bola no Estádio do Dragão. 

Onze inicial do FC Porto: José Sá, Ricardo Pereira, Marcano, Reyes, Alex Telles, Sérgio Oliveira, Herrera e Otávio, Brahimi, Marega e Soares.

Suplentes do FC Porto: Casillas; Maxi Pereira, Osorio, Óliver, Corona, Waris e Gonçalo Paciência.

Onze oficial do Liverpool: Karius; Arnold, van Djik, Lovren e Robertson; Wijnaldum, Henderson e Milner; Salah, Firmino e Mané.

Suplentes do Liverpool: Mignolet; Gomez, Moreno, Matip, Lallana, Chamberlain e Ings

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Antevisão: No dia de São Valentim, o FC Porto tem um duro teste para calibrar o seu nível europeu. Esta quarta-feira, os dragões querem desenhar o trajeto até aos quartos-de-final, fase que alcançaram por três vezes: em 2003/2004, diante do Manchester United, em 2008/2009, frente ao Atlético de Madrid, e em 2014/2015 contra os suíços do Basileia.

Na temporada anterior, os azuis e brancos tombaram nesta fase da prova diante da Juventus, vice-campeã europeia em título. E o que reserva a noite de hoje? Um duelo com o Liverpool que não é de boas memórias para um FC Porto que nunca derrotou os reds nas quatro ocasiões anteriores (dois empates e outras tantas derrotas).

E se alargamos horizontes e verificarmos o panorama diante de outras equipas inglesas, o saldo não fica muito melhor com um balanço de 8 vitórias, 9 empates e 19 derrotas, contabilizando 36 golos marcados e 60 sofridos.

Para a noite ‘milionária’ desta quarta-feira Sérgio Conceição não vai poder contar com os lesionados Danilo e Aboubakar, sendo que o camaronês ainda está em dúvida para este jogo, e Felipe por castigo. Já Jurgen Klopp não terá ao seu dispor Emre Can e Clyne.

Treinadores em discuro direto

Sérgio Conceição:  O Liverpool é o segundo melhor ataque e a sexta melhor defesa da liga inglesa, mas também disputa um campeonato diferente do nosso. Na Liga dos Campeões, penso que foi o segundo melhor ataque da fase de grupos e sem derrotas. É uma boa equipa, consistente e que cria muitas dificuldades aos adversários. Se tem pontos fracos que devemos explorar? Tem, sem dúvida: todas as equipas têm.

Jurgen Klopp: Não acredito que as equipas tenham medo de nos defrontar. Também posso dizer que ninguém quer defrontar o FC Porto. São uma grande equipa. Se as equipas têm medo de nos defrontar? Não sei. Temos de ser extremamente fortes amanhã, porque o FC Porto é uma equipa experiente, com bons jogadores, que joga bem e que tem uma boa estratégia. Queríamos vir aqui desde o sorteio, esperamos dois meses. Estamos preparados. Estar entre as 16 melhores equipas significa que são 16 equipas muitos boas a enfrentarem-se.

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