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"É um dia para recordar"

Medalha de bronze em K1 1000 na Taça do Mundo de Milão deixou o canoísta de Ponte de Lima radiante no regresso às grandes competições internacionais.

"É um dia para recordar"

O vice-campeão olímpico Fernando Pimenta considerou este sábado que a medalha de bronze em K1 1.000 da Taça do Mundo em Milão tem "um grande significado e um sabor muito bom".

"Passados três anos, volto às competições em K1 na distância olímpica de 1.000 metros. Frente a campeões europeus, mundiais e olímpicos, encarei bem a competição individual. Sabe muito bem. Já sentia falta deste nervoso miudinho de voltar a competir com estes adversários. É um dia para recordar", disse à Lusa o canoísta.

Pimenta assume que as Taças do Mundo servem para "analisar os adversários e as tuas táticas de prova", bem como aprimorar as suas.

"Deu para aferir o meu nível em relação aos outros. Tive boa largada, andei na frente com o alemão campeão do Mundo (Max Hoff), geri bem as emoções e tentei aguentar ao máximo os metros finais, tendo perdido um pouco para o dinamarquês (Rene Poulsen) e assegurado o bronze", contou.

Domingo tem nova final, em K2 500 com Emanuel Silva, com quem foi vice-campeão olímpico em Londres2012, mas nos 1.000 metros.

"Vamos lutar pelo melhor resultado. Se possível, pelas medalhas. Temos de nos fazer à vida. Treinamos e abdicamos de muitas coisas para isso. Vamos entrar no barco como uma equipa, um só", concluiu.

O técnico nacional José Sousa recebeu a primeira medalha da época com "grande entusiasmo", assumindo o objetivo de "conseguir o maior número possível de pódios nas Taças do Mundo, embora isso não seja fácil".

Emanuel Silva venceu a final B de K1 1.000 com um tempo que lhe permitia o quarto posto na regata das medalhas, o que agrada a José Sousa: "Provou que deveria estar na final A".

"Não aconteceu assim. Foi à final B, mas deu provas de que merecia. É de salientar. Nunca baixou os braços. Só demonstra que os atletas têm sempre vontade de competir e, acima de tudo, fazerem parte de uma equipa, o mais importante", concluiu.

Para a final de K2 500, com Pimenta Emanuel, a "confiança constante de que estes dois grandes atletas podem sempre conseguir medalhas para Portugal".

Campeão Europeu e "vice" mundial júnior em 2013, o jovem Diogo Lopes estreou-se em K1 200, mas falhou as finais.

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