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As notas do Chéquia-Portugal: Laterais a marcar pontos antes do Qatar

Diogo Dalot aproveitou castigo de João Cancelo para marcar e brilhar numa noite em que Mário Rui também justificou a aposta de Fernando Santos.

As notas do Chéquia-Portugal: Laterais a marcar pontos antes do Qatar

Foi uma noite praticamente perfeita aquela vivida pela seleção nacional em Praga no sábado. A formação das quinas visitou e goleou a Chéquia (4-0) num jogo de sentido único e em que a vitória portuguesa nunca esteve em causa. Para melhorar o cenário, a Espanha foi derrotada em casa, ficando o caminho aberto para que Portugal possa, de facto, marcar presença na final four da Liga das Nações. 

Numa noite com quatro golos, dois deles da autoria de Diogo Dalot, a exibição portuguesa foi quase imaculada e merecedora de um resultado tão avolumado. De resto, foi mesmo a vitória mais folgada de Portugal no histórico de confrontos com os checos. 

Mas, agora sim, vamos aos protagonistas. 

A figura 

O protagonista da noite em Praga foi apenas e somente Diogo Dalot. Chamado ao onze para suprimir a ausência de João Cancelo, que estava castigado, o lateral direito do Manchester United transformou-se num... goleador improvável. Abriu o ativo na Chéquia, após um lance que o próprio iniciou, e na segunda parte 'abriu o livro' com um grande golo fora da grande área. Estreou-se a marcar e logo em dose dupla na noite em que cumpriu a 6.ª internacionalização na seleção principal. Um golo de pé direito e outro de pé esquerdo. 

A surpresa

Mário Rui foi o escolhido para alinhar na lateral esquerda, ganhando a corrida a Nuno Mendes, e acabou por dar uma boa resposta, ficando diretamente ligado ao segundo golo. O lateral do Napoli assistiu Bruno Fernandes e foi muito certinho na hora de defender. 

A desilusão 

Patrik Schick regressou às opções dos checos e era apontado como a maior ameaça para a defesa portuguesa. No entanto, o avançado do Bayer Leverkusen foi facilmente anulado pela dupla de centrais formada por Danilo e Rúben Dias, ao mesmo tempo que desperdiçou uma grande penalidade à beira do intervalo. Noite para esquecer. 

Os selecionadores 

Jaroslav Silhavy

Na antevisão da partida, o selecionador checo deixou em aberto que o empate era um resultado que interessava mas, a bem da verdade, a Chéquia foi tudo menos perigosa. Num jogo de sentido único, o momento de maior perigo foi mesmo o lance do penálti... desperdiçado. 

Fernando Santos 

Após uma semana marcada pela surpreendente renúncia da Rafa Silva, o selecionador nacional respondeu às críticas da melhor forma: com uma vitória categórica. Portugal ganhou e ganhou bem na Praga. Não foi uma exibição deslumbrante, mas não deixou de ser bastante competente. Um bom indicador quando no horizonte já está o Mundial'2022. 

O árbitro 

Srdjan Jovanovic não teve uma noite complicada entre mãos, mas teve o mérito de conseguir controlar o jogo sem ser necessário mostrar qualquer cartão. Deixou o jogo fluir e apitou apenas quando necessário. 

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