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Castelo açoriano desmoronou no vermelho: As notas do Sporting-Santa Clara

O vermelho a Rui Costa, aos 63 minutos, deu origem à cambalhota leonina e marcou o fim das 'cavalgadas ofensivas' dos pupilos de Mário Silva no encontro.

Castelo açoriano desmoronou no vermelho: As notas do Sporting-Santa Clara

O Sporting qualificou-se, nesta quarta-feira, pela sexta vez para a final da Taça da Liga, a segunda de forma consecutiva, após suplantar o Santa Clara, por 2-1, na meia-final.

No Municipal de Leiria, o leão não se mostrou de garras muitas afiadas e pouco fez para ser avassalador junto à baliza de Ricardo Fernandes. Sem grandes trabalhos, o guardião açoriano acabou por ser traído com um desvio mortal, na própria baliza, de Villanueva, quando, instantes antes, Lincoln tinha rubricado um golaço de livre direto.

Perto do intervalo, os pupilos de Mário Silva ainda estiveram perto de nova vantagem, por intermédio de Cryzan, para na etapa complementar, e na sequência da expulsão de Rui Costa e consequente penálti convertido por Sarabia, os leões operarem a cambalhota no marcador.

Um leão, ainda cinzento, esteve perto de dilatar a vantagem, mas Paulinho falhou escandalosamente um golo cantado ao minuto 90. No próximo sábado espera-se mais e melhor, num dia da reflexão que nos serve um dérbi eterno no ‘cardápio’ para o jantar.

Vamos agora aos destaques da partida:

Figura 

Lincoln merecia melhor sorte do que o resultado ditou. Se já tinha colocado o leão em sarilhos, na partida para o campeonato, agora, para a Taça da Liga, voltou a ser o MVP do Santa Clara e o arquiteto dos ‘explosivos’ junto à trincheira leonina. Um golo, outro passe para finalização, e que terminou no poste, e um mestre a driblar e a desarmar o adversário.

Surpresa 

Tanto se fala da sua saída, mas na noite desta quarta-feira Tabata acabou por ser o melhor em campo do Sporting, mostrando-se numa alternativa muito séria para o ataque. Três remates, dois dos quais enquadrados, bastante afoito nos duelos aéreos, assim como na hora de assistir os companheiros.

Desilusão

Villanueva fica obviamente associado a esta meia-final da Taça da Liga. Das suas botas surgiu o golo do empate para os leões. Um golo na própria baliza, procedente de um cruzamento de Nuno Santos. Caricato, insólito, enfim, um momento que marcou inevitavelmente o início da cambalhota verde e branca.

Treinadores

Mário Silva pediu para a equipa divertir-se em campo e, efetivamente, a diversão na primeira parte resultou em muito bons dividendos para o conjunto açoriano. À exceção do auto-golo de Villanueva, o Santa Clara conseguiu levar a água ao seu moinho e na etapa complementar acabou por ser o braço de Rui Costa a deitar por terra as aspirações açorianas. 

Rúben Amorim conseguiu ver a equipa a assumir desde cedo as rédeas do encontro, mas faltou maior ruptura e discernimento no último terço do terreno, onde o leão pouco ou nada conseguiu junto da baliza de Ricardo Fernandes. Dois erros acabaram por ser fatais para um Santa Clara que se afundou após ficar reduzido a 10 a meia hora do fim do tempo regulamentar.

Árbitro da partida

António Nobre esteve bem no lance que resultou na grande penalidade convertida por Sarabia, porém ficam algumas dúvidas no que diz respeito à cor do cartão para Rui Costa. De resto, não houve lances de maior dificuldade para o juiz da partida. 

Leia Também: "Dérbi com o Benfica? O Sporting não é favorito. Será um jogo dividido"

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