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"Derrota com o Bayern não deixa marcas. Fez-nos aprender muitas coisas"

Treinador do Benfica fez a antevisão ao jogo com o Vizela.

"Derrota com o Bayern não deixa marcas. Fez-nos aprender muitas coisas"

O treinador do Benfica, Jorge Jesus, fez na tarde deste sábado a conferência de imprensa de antevisão ao jogo com o Vizela, a contar para a nona jornada do campeonato português.

O técnico dos encarnados abordou a goleada sofrida a meio da semana contra o Bayern Munique, garantido que a derrota não deixa marca nos jogadores, até porque o plantel aprendeu muitas coisas com o desaire.

Sobre o confronto com o Vizela, o técnico do clube da Luz diz esperar um jogo difícil, mas garantiu que a equipa vai entrar em campo para conquistar os três pontos e colocar um ponto final na série de dois jogos sem ganhar.

Confira as principais declarações de Jorge Jesus:

Usar sempre os mesmos jogadores: Não é um problema meu, é de todos os treinadores. Quando queres fazer uma rotatividade da equipa, com um menor número de jogadores não se nota, mas com um maior número isso nota-se. Não é a diferença de um jogador que está a jogar para o que entra. Esse que entra não está rodado, tem alguma falta de andamento e competitividade. Não é pela diferença dos jogadores. Uns estão constantemente a jogar, e os que jogam menos têm mais dificuldade.

O que a equipa aprendeu com a derrota: Aprendemos que jogámos contra uma grande equipa, com grandes jogadores. Uma equipa fora da caixa, não do Benfica, mas da maioria das equipas do mundo.

Quebra do Benfica mostra diferença entre o futebol português e alemão: Estamos a tirar valor ao Vizela, mas não fujo às perguntas. A derrota teve como ponto negativo a derrota e os 4-0 porque nada justificava que o Benfica ia ser goleado. O facto de ter perdido assim não teve a ver com o fator físico. Levou o primeiro num livre, o segundo foi um autogolo, nenhum deles foi físico. Os outros dois golos teve a ver com uma questão psicológica. O balão esvaziou. Não tem nada a ver com o físico.

Benfica sem vitórias nos três últimos 90 minutos (duas derrotas e vitória no prolongamento na Trofa): Na prática é o momento mais difícil. Uma equipa que não sabia o que era perder, não ganhando há dois jogos é o pior período neste início de época. Temos este jogo com o Vizela, e depois pensamos nos outros quatro jogos fora. É jogo a jogo.

Vizela mais moralizado pela derrota do Benfica: É verdade, acredito que o Vizela pensa que têm possibilidades de pontuar. Mas seja se não fosse assim. O Vizela é uma equipa forte em casa, ainda não perderam lá. Mas o Benfica também é uma equipa forte fora porque ainda não perdeu, as duas derrotas que tem é em casa. A derrota com o Bayern não deixa marcas, mas sim para aprender e perceber que jogámos contra um adversário que praticamente é a seleção da Alemanha. Estamos a falar de outra realidade.

Receio de novo surto do Benfica pelo teste positivo do treinador do Bayern? Não sou médico, mas o contágio já não é tão fácil como era. Já estamos todos vacinados e já não é aquilo que era há um ano. Nem depois do jogo não tive preocupação nenhuma, não é por aí a minha dificuldade em relação ao próximo adversário, mas sim a sua qualidade. Passa também pela maneira como a equipa que possa estar. A única derrota que tínhamos era em casa num jogo que nem esperávamos perder. O futebol é isso mesmo. Estou tranquilo em relação a isso. Fomos todos testados e tivemos todos negativos. Penso que isso não vai voltar a acontecer.

Ressaca europeia como com o Portimonense: Foi mais difícil recuperar os jogadores fisicamente. É verdade que perder nunca é bom, mas perdemos com um adversário que é fora do contexto. E essa recuperação foi mais física do que psicológica. Esta derrota fez-nos aprender coisas boas. A única coisa má foi o resultado, o resto foi tudo bom por tudo aquilo que aprendemos. O jogo do Vizela é para virar a página, continuar na liderança e ir à procura da vitória. Vai ser difícil porque não há jogos fáceis em Portugal.

Jogo: Vai ser difícil, como são todos os do campeonato português. Não é por acaso que o nosso campeonato está nos seis melhores na Europa. É um sinal evidente do equilíbrio e qualidade. Vamos defrontar uma equipa que há cinco jogos não conhece a derrota, competitiva, bem trabalhada. Derrota do Bayern? É sempre uma derrota, independentemente do Bayern ser uma equipa diferenciada de todos. Do onze, sete são titulares na seleção da Alemanha. E há o Lewandowski que é o melhor avançado da atualidade. Mas queremos inverter esta derrota com uma vitória em Vizela e preparamo-nos para isso.

Leia Também: Álvaro Pacheco quer Vizela com "coragem" para enfrentar o Benfica

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