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Santos da casa não faz milagres mas ajuda: Notas do Sporting-Portimonense

Em noite de intempérie, Nuno Santos foi incansável e empurrou os leões rumo a mais uma vitória antes do Clássico com o FC Porto.

Santos da casa não faz milagres mas ajuda: Notas do Sporting-Portimonense

Mais um jogo, mais uma vitória. Já lá vão oito de uma assentada para um Sporting que, por muito que teime em não assumir a candidatura ao título de campeão nacional, chega ao Clássico com o FC Porto na liderança isolada da I Liga, com uma vantagem de (pelo menos) dez pontos sobre o segundo classificado.

A mais recente equipa a 'tombar' aos pés do conjunto orientado por Rúben Amorim foi o Portimonense, que, apesar de ter levado a lição bem estudada para o estádio de Alvalade, não conseguiu evitar uma derrota, por 2-0. Um resultado que, tirando um ou outro 'susto', foi conseguido 'sem espinhas'.

Indiferentes à intempérie que se abateu sobre Portugal Continental, os leões, que não puderam contar com Paulinho, o mais mediático reforço de inverno, devido a lesão, impuseram o seu jogo e foram sempre encontrado maneira de se libertarem das 'amarras' impostas pelos algarvios para chegar a zonas de finalização.

Foi, então, com justiça que os homens da casa chegaram à vantagem logo aos 27 minutos, quando Pedro Gonçalves bombeou a bola para a grande área, onde apareceu, primeiro, Sebastián Coates a desviar de cabeça, e depois, Zouhair Feddal a empurrar a bola para aquele que foi o primeiro golo de leão ao peito.

Apenas quatro minutos depois, foi a vez de Nuno Santos fazer a festa. O ex-Rio Ave já tinha dado sinal de perigo logo aos seis minutos, quando avançou pela ala esquerda e atirou para defesa apertada de Samuel Portugal. À segunda, não perdoou, e, aproveitando um duplo erro defensivo, partiu da ala direita para selar o resultado final.

Daí em diante, a chuva foi caindo com cada vez mais força e 'empapando' ainda mais o relvado do estádio de Alvalade, fazendo cair também a qualidade de jogo. Os algarvios ainda ensaiaram uma tímida resposta, mas o melhor que conseguiram fazer foi colocar a bola no fundo das redes por intermédio de Dener, num lance anulado por fora de jogo.

O Sporting encerra, assim, a 20.ª jornada com 54 pontos, mais 13 do que o FC Porto, que, no entanto, ainda terá de medir forças com o Marítimo, no Funchal, na próxima segunda-feira, Já o Portimonense, permanece com 19 pontos e passa a dividir a 13.ª posição da I Liga com o Gil Vicente, que derrotou o Santa Clara.

Figura

Pedia-se um Sporting de alta intensidade para derrotar o Portimonense e embalar rumo ao Clássico contra o FC Porto, e Nuno Santos encarnou isso mesmo. O ex-Rio Ave foi a principal fonte de perigo dos leões, ora com movimentações perigosas na ala esquerda, ora com deambulações na ala direita, de onde partiu para marcar o segundo golo da noite.

Surpresa

Rúben Amorim tinha previsto que Paulo Sérgio iria apostar na velocidade de Beto em Alvalade, o que acabou mesmo por acontecer. Após o golo marcado ao Gil Vicente, o jovem avançado foi ‘recompensado’ com a titularidade, e correspondeu, fazendo a ‘cabeça em água’ a Nuno Mendes, Feddal e Coates. Acabou, no entanto, por pecar na hora da finalização.

Desilusão

Noite pouco feliz para Maurício Antônio, um dos elementos mais experientes do plantel algarvio. O defesa-central brasileiro perdeu o duelo aéreo com Sebastián Coates no lance que culminou no golo de Zouhair Feddal, e ainda deixou a bola nos pés de Nuno Santos no do tento de Nuno Santos.

Treinadores

Rúben Amorim: Voltou, uma vez mais, a demonstrar uma capacidade inequívoca na hora de preparar a equipa para as condições mais adversas. O Sporting nunca pareceu ‘peixe fora de água’ apesar das condições meteorológicas adversas, e nem mesmo a baixa de última hora de Paulinho se fez notar.

Paulo Sérgio: O Portimonense chegou a Alvalade com a lição bem estudada. Procurou condicionar a saída de jogo do Sporting, mas teve pela frente uma equipa tranquila e madura, que encontrou sempre maneira de escapar às ‘armadilhas’ que colocou. Acertou, de resto, na aposta em Beto, que foi uma constante ‘dor de cabeça’ para a defesa adversária.

Árbitro

Com tamanha intempérie, adivinhava-se um jogo bem mais físico, o qual Rui Costa não ajudou a fluir, com o constante assinalar de faltas ao mínimo contacto. Ainda assim, merece o mérito por ter anulado (e bem) o golo ao Portimonense por um fora de jogo de apenas 45 centímetros de Dener, decisão que foi validada pelo VAR.

Leia Também: Feddal inaugura macador em Alvalade e marca primeiro golo pelo Sporting

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