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Desperdício, polémica... e vice-liderança. As notas do Farense-FC Porto

Dragões aproveitaram a 'escorregadela' do Benfica para 'descolarem' no segundo lugar, numa noite em que passaram por alguns sustos por culpa própria.

Desperdício, polémica... e vice-liderança. As notas do Farense-FC Porto

O FC Porto aproveitou, esta segunda-feira, da melhor maneira possível o empate concedido pelo Benfica na receção ao Nacional, ao derrotar o Farense, no estádio de São Luís, por 1-0, para se isolar na vice-liderança do campeonato português.

Os dragões assinaram uma exibição positiva no Algarve, que acabou recompensada graças ao golo assinado por Mehdi Taremi logo aos 15 minutos de jogo, no seguimento de uma bela iniciativa individual de Wilson Manafá a partir da ala direita.

Os dragões tiveram oportunidades de sobra para dilatar a vantagem, em particular na segunda parte, mas, ora um desempenho inspirado de Rafael Defendi, ora o desacerto excessivo da parte dos homens do ataque (Otávio que o diga...), levaram a uma reta final repleta de turbulência.

O lance mais exemplificativo disso mesmo teve lugar à beira do apito final, quando os ferros da baliza à guarda de Agustín Marchesín impediram, primeiro, o auto-golo de Chancel Mbemba, e, segundos depois, o golo de Cláudio Falcão.

Certo é que o FC Porto termina a 15.ª jornada da I Liga, por fim, sozinho no segundo lugar, com 35 pontos, mais dois do que o Benfica, e menos um do que o Sporting, que, esta noite, visita o Boavista. Já o Farense, permanece na 17.ª e penúltima posição, com apenas 12 pontos.

O aspeto mais negativo da noite ficou, de resto, reservado para já depois do apito final. Pepe e Mamadou Loum 'pegaram-se' em pleno relvado e tiveram que ser separados pelos companheiros de equipa. Sérgio Conceição garantiu que "ficou tudo resolvido", mas as imagens estiveram longe de ser bonitas...

Figura

Mais um grande jogo de Mehdi Taremi, que se vai afigurando, cada vez mais, como a grande referência ofensiva do FC Porto. O internacional iraniano esteve incansável na pressão adversária e foi, a par de Jesús Corona, o jogador mais esclarecido do ataque azul e branco. Assinou, em Faro, o décimo golo de dragão ao peito, que valeu a 'descolagem' ao Benfica na tabela classificativa.

Surpresa

Wilson Manafá foi titular pela primeira vez desde que foi diagnosticado com uma infeção pelo novo coronavírus, e assumiu um papel fundamental na manobra ofensiva do FC Porto, principalmente na primeira parte. Cometeu alguns erros a defender, é verdade, mas esteve incansável no apoio ao ataque, e a bela jogada que culminou no golo de Mehdi Taremi foi a 'cereja no topo do bolo'.

Desilusão

Jogo muito apagado de Zaidu Sanusi, especialmente se tivermos em conta o contraste com o companheiro da outra ala. Além de ter cometido diversos erros na ação defensiva, entregando a bola em zonas comprometedoras, ainda esteve 'desaparecido' no ataque. O melhor que conseguiu foi, no final da primeira parte, quando quase marcou através de um... cabeceamento perigoso.

Treinadores

Sérgio Vieira: O Farense não assinou, de todo, uma primeira parte bem conseguido, particularmente no aspeto ofensivo, ao contrário do que aconteceu na defesa, onde Ryan Gauld e Amine foram duas ajudas preciosas. No entanto, o treinador mexeu bem, e foi quando lançou Cláudio Falcão que a equipa começou a aproximar-se com perigo da baliza à guarda de Agustín Marchesín.

Sérgio Conceição: Uma boa exibição do FC Porto durante, sensivelmente, a primeira hora de jogo, durante a qual, tirando uma ou outra exceção, esteve instalado no meio-campo adversário. Exibição que podia - e devia - ter sido brindada com um resultado mais expressivo, mas faltou eficácia, o que, ligado a um 'relaxamento' já na reta final, poderia ter levado a um dissabor.

Árbitro

Manuel Mota foi, de longe, o elemento em pior plano dentro das quatro linhas. A exibição começou a 'dar para o torto' logo aos 19 minutos, quando não assinalou grande penalidade por mão na bola de Jesús Corona, e foi piorando daí em diante. Não assinalou uma outra grande penalidade aos 61 minutos, por falta de Cássio Scheid sobre Moussa Marega, e também não chocaria se tivesse exibido o cartão vermelho a Alex Pinto aos 44, por agressão a Zaidu Sanusi. Procurou sempre ter um critério largo e deixar jogar... mas tudo tem limites.

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