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"Sporting-Gil Vicente? No máximo o jogo é adiado, a I Liga não vai parar"

Diretora-Geral da Saúde diz que "realização do Sporting-Gil Vicente é decisão da autoridade de saúde local".

"Sporting-Gil Vicente? No máximo o jogo é adiado, a I Liga não vai parar"

A onda de casos positivos de Covid-19 no Sporting e Gil Vicente tem levantado dúvidas quanto à realização do encontro da 1.ª jornada da I Liga, mas Graça Freitas, Diretora-Geral de Saúde, garantiu que, a não realizar-se, o encontro seria sempre adiado e que essa decisão será tomada pela autoridade de saúde local.

"A responsabilidade por avaliar localmente as condições que existem para um jogo se realizar, ou não, é da autoridade de saúde local. Se a decisão for difícil, a autoridade de saúda local pode reunir com a regional e a regional com a nacional e tomarmos a decisão em conjunto. (...) Nesta situação estamos a falar de surtos, vamos ter dentro do mesmo grupos as equipas divididas em vários grupos: os positivos, que não jogam e estão em isolamento, outros em quarentena que foram contatos de alto risco, e outros que não tiveram contato e fazem a sua vida normal. Esta situação é complexa, cada um dos grupos tem regras específicas", começou por dizer ma habitual conferência de imprensa de atualização dos dados da pandemia em Portugal.

"Neste momento, o que posso dizer é que os colegas de cada uma da Autoridade de Saúde de Barcelos e de Lisboa estão a fazer tudo para ver se há condições que a 1ª Liga se inicie quando está programada. Dito isto, se houver, é o adiamento do jogo. Isto, se não for de todo possível. Não é parar a 1ª Liga. Os outros jogos vão continuar a realizar-se. Mas esta análise é complexa, dado o número de pessoas envolvidas ironicamente nas duas equipas. Estamos a acompanhar de perto esta situação, mas a decisão será sempre da autoridade de saúde local", garantiu ainda.

Questionada ainda sobre se a DGS está a reavaliar o tempo de quarentena imposto aos jogadores e treinadores, como Espanha ou França, onde o período de isolamento é mais curto, Graça Freitas explicou: "De facto, os dez dias são consensuais para casos positivos porque é mais fácil seguir o percurso de alguém que fez um teste do que acompanhar um contacto de um positivo. Começa a haver algum consenso à volta dos 10 dias, o que seria uma ótima notícia porque se encurtaria dos 14 para os 10 dias. Mas temos que ser cuidadosos para não aumentar o risco."

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