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O craque que reluziu mais que todos. As notas do FC Porto-Leverkusen

Duas assistências e um golo fazem, sem qualquer sombra de dúvida, de Kai Havertz a figura do encontro.

O craque que reluziu mais que todos. As notas do FC Porto-Leverkusen

O FC Porto foi esta quinta-feira derrotado pelo Bayer Leverkusen no Dragão (1-3) e disse assim adeus à Liga Europa. A equipa portista mostrou muito poucos argumentos em sua casa, perante uma formação germânica eficaz, organizada e muito competente.

Logo aos 10 minutos, um balde de água fria para os dragões. Alario, assisto por Havertz, fez o primeiro da noite e complicou e muito a tarefa à equipa de Sérgio Conceição.

O trabalho dos azuis e brancos não era fácil no segundo tempo, mas tornou-se quase impossível quando Demirbay, aos 50 minutos e novamente com assistência de Havertz, fez o segundo golo do Leverkusen. O conjunto de Peter Bosz foi muito cerebral e mostrou um futebol de alto nível no Dragão, algo que o FC Porto não conseguiu contrariar.

Kai Havertz sentenciou a partida aos 58 minutos e nem o golo de Marega conseguiu disfarçar as dificuldades sentidas pela equipa azul e branca no seu próprio domínio. O Bayer Leverkusen acabou assim com um agregado de 5-2 no conjunto das duas mãos e, talvez, tenha assinado a sua candidatura ao lugar de favorito nesta Liga Europa.

Figura do jogo: Kai Havertz roubou todos os holofotes para si mesmo. Se dúvidas houvessem, mesmo perante um coletivo que se revelou fortíssimo, o jovem de 20 anos mostra uma maturidade incrível e um toque de craque. Duas assistências e um golo falam por si naquilo que diz respeito à sua influência neste Bayer Leverkusen. Dificilmente ficará mais uma época na equipa germânica...

Desilusão: Sérgio Oliveira vinha a ser dos elementos mais preponderantes da equipa azul e branca. Mas se na primeira parte errou vários passes de ligação, na segunda desapareceu por completo do encontro. Nunca conseguiu ser aquilo que se lhe pedia: um construtor de jogo. Uma exibição que o médio português deverá querer esquecer rapidamente.

Surpresa: Se o FC Porto tivesse outros 10 jogadores como Corona, acreditamos que tudo seria diferente. O mexicano defende, ataca, dribla, tem boa leitura tática, visão de jogo... Mesmo quando todos parecem desinspirados à sua volta, Corona teima em sobressair. Não foi por ele que o FC Porto saiu vergado do Dragão.

Sérgio Conceição: Disse em conferência de imprensa que tinha as fragilidades do Bayer Leverkusen bem estudadas, algo que não se viu em campo. O FC Porto nunca conseguiu ser superior aos alemães, nem com aquilo que mais caracteriza esta equipa: a garra. No segundo tempo tirou Uribe, colocou Pepe, com o intuito de formar uma linha de três defesas. Revelou-se um plano ineficaz, tal como aquele montado para o início da partida.

Peter Bosz: Não falhou com o prometido. Disse que vinha ao Dragão jogar para ganhar, e assim o fez. O treinador holandês de 56 anos definiu bem a estratégia e tem uma equipa dificil de parar. O seu sistema 3-5-2 está a dar frutos, que o digam os números. O Leverkusen já leva 9 vitórias nos últimos 10 jogos.

ÁrbitroIstván Kovács poderia ter falhado na análise do primeiro golo do Bayer Leverkusen. Num primeiro momento, a equipa de arbitragem liderada pelo romeno assinalou fora de jogo, mas corrigiu depois a decisão, após esperar pela análise do VAR. Acabou por ser um jogo sem grande influência do árbitro.

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