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FC Porto - Veja os últimos golos e lances polémicos

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Escreveu-se uma página de história no Dragão. As notas do FC Porto-Braga

Arsenalistas derrotaram dragões na Invicta e conquistaram os três pontos num campo tradicionalmente complicado, no qual já não venciam há 15 anos.

Escreveu-se uma página de história no Dragão. As notas do FC Porto-Braga

O Sporting de Braga fez história na noite desta sexta-feira, depois de ter batido (2-1) o FC Porto, em pleno Estádio do Dragão - os minhotos já não venciam no reduto azul e branco há precisamente 15 anos, numa altura em que eram orientados por Jesualdo Ferreira, durante a edição 2004/05 do nosso campeonato.

Nesta visita à Invicta, a equipa comandada por Rúben Amorim, que começou a partida com três centrais, demonstrou muita qualidade e regressou ao Minho com um triunfo justo 'no bolso', depois de se ter tornado na primeira equipa a marcar no terreno do FC Porto na presente edição da Liga.

O conjunto de Sérgio Conceição, por outro lado, esteve, em quase todos os momentos do jogo, a dominar no capítulo da posse da bola, jogando no meio-campo adversário, mas criando poucas oportunidades.

Afinal, o posicionamento da equipa bracarense, que jogou com as linhas mais avançadas, permitiu-lhe recuperar muitas bolas no meio-campo, estando muito forte na hora de reaver a posse e de sair em contra-ataque.

Depois do golo do empate, parecia que o FC Porto tinha tudo para dar a volta ao texto e chegar à vantagem, mas o Sp. Braga soube aguentar a pressão azul e branca e saiu do Dragão com a vitória.

Figura

Ao defender a grande penalidade cobrada por Alex Telles, Matheus tornou-se numa peça-chave deste triunfo do Sp. Braga no Dragão. O guardião brasileiro parou o remate do compatriota com uma excelente defesa, com as pernas, evitando o golo do empate. É verdade que o FC Porto consegui mesmo restabelecer a igualdade mais tarde, antes de os minhotos voltarem para a frente, mas, com o 1-1 no marcador, voltou a realizar defesas importantes, que mantiveram a sua equipa no jogo.

Surpresa

Longe de ser um dos preferidos da massa associativa, Wilson Manafá tem vindo a ganhar o seu espaço na equipa de Sérgio Conceição, que não abdica da sua presença numa das laterais. Na última noite, o defesa ocupou um lugar na direita, com Jesús Corona a jogar mais adiantado no terreno, e voltou a cumprir com o pretendido pelo seu treinador. Realizou algumas ações ofensivas na primeira parte, embora tenha perdido fôlego no segundo tempo, mas, durante os 90 minutos, foi consistente defensivamente. Está a ganhar pontos no Dragão a cada jogo que passa.

Desilusão

Moussa Marega fez a assistência para o golo do FC Porto, da autoria de Tiquinho Soares, mas a sua preponderância no encontro limitou-se a esse lance. Passou completamente ao lado do jogo, não tendo registado ocasiões claras de golo, e foi, sem qualquer tipo de surpresa, substituído por Vincent Aboubakar a dez minutos do apito final, numa altura em que os azuis e brancos já perdiam e lutavam para chegar ao empate. Uma autêntica 'sombra' daquilo que pode (e deve) fazer.

Treinadores

Sérgio Conceição

O técnico azul e branco demorou demasiado tempo a mexer na equipa - fê-lo pela primeira vez apenas depois de Paulinho ter apontado o 2-1, aos 75 minutos de jogo -, dando a sensação de que estava satisfeito com o empate até então verificado no marcador. Além disso, surpreendeu ao colocar Sérgio Oliveira no lugar de Danilo aos 90', quando ainda tinha Fábio Silva no banco de suplentes - mesmo que o capitão dos dragões tenha pedido a substituição por questões físicas, fica difícil entender que motivos levaram Conceição a apostar em outro médio e não num avançado, quando sobravam sete minutos (o tempo de de compensação dado por Carlos Xistra na segunda parte) para o apito final.

Rúben Amorim

Quando um treinador chega a um clube e vence os seus primeiros três jogos - um deles por 7-1 e, outro, num reduto no qual a equipa já não vencia há década e meia -, restam-nos poucas opções para além de elogiar o trabalho por ele desenvolvido em tão pouco tempo. Quinze anos depois, o Sp. Braga voltou a sair do Dragão com um sorriso nos lábios e bem pode agradecer a Rúben Amorim. Causou alguma surpresa ao apostar num sistema tático com três centrais, mas os resultados foram brilhantes. Os minhotos apresentaram-se muito fortes no capítulo da recuperação da bola e causaram muito perigo em situações de contra-ataque. Amorim continua a deixar excelentes indicações - veremos se é para continuar.

Árbitro

Sempre que foi necessário, Carlos Xistra não teve problemas em recorrer ao VAR para tomar a decisão mais acertada. Esteve bem ao assinalar o penálti de Raúl Silva sobre Corona na área arsenalista, e voltou a acertar ao apontar novamente para a marca dos onze metros quando Otávio foi parado em falta por David Carmo. Não teve que ajuizar mais lances polémicos no decorrer do encontro.

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