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As 6 palavras de Mourinho que ditaram o 'adeus' de De Bruyne ao Chelsea

Internacional belga revela como decorreu a reunião que culminou com a sua transferência para o Wolfsburgo, em janeiro de 2014.

As 6 palavras de Mourinho que ditaram o 'adeus' de De Bruyne ao Chelsea
Notícias ao Minuto

13:52 - 15/04/19 por Notícias ao Minuto 

Desporto Inglaterra

Apesar de, neste momento, ser uma das principais figuras do Manchester City, Kevin de Bruyne não esquece que a sua primeira passagem pelo futebol inglês, quando representou o Chelsea, foi tudo menos simples

O internacional belga foi contratado ao Genk em janeiro de 2012, por cerca de oito milhões de euros, e, no verão desse mesmo ano, foi cedido ao Werder Bremen, onde realizou uma temporada em cheio, com dez golos e dez assistências ao cabo de 34 jogos.

Foi então que regressou a Stamford Bridge, para trabalhar sob as ordens de José Mourinho, com quem, garante, nunca teve uma má relação, pese embora, as notícias veiculadas pela imprensa britânica: “A verdade é que só falei com ele duas vezes”.

“Quando voltei, alguns clubes alemães queriam contratar-me. O Klopp queria que eu fosse para o Borussia Dortmund, e eles jogavam o tipo de futebol que eu gostava. Por isso, pensei que o Chelsea me deixasse sair. Mas Mourinho enviou-me uma mensagem a dizer ‘Vais ficar. Quero que faças parte desta equipa’”, revelou o médio, numa carta aberta publicada no portal The Players’ Tribune.

“Na pré-época, as vibrações eram boas. Fui titular em dois dos primeiros quatro jogos da época, e pensei ‘OK. Não é perfeito, mas é bastante bom’. Após o quarto jogo, tudo mudou. Estava no banco e nunca voltei a ter verdadeiramente uma oportunidade. Não recebi uma explicação”, prosseguiu.

Foi então que uma reunião com José Mourinho ditou o seu futuro: “Chamou-me ao escritório, e foi provavelmente o segundo maior momento da minha vida. Ele tinha alguns papéis à frente, e disse ‘Uma assistência. Zero golos. Dez recuperações’. Demorei um minuto a perceber o que ele estava a fazer. Depois, começou a ler as estatísticas dos outros avançados, como Willian, Oscar, Mata ou Schurrle. Era tudo cinco golos, dez assistências, e coisas do género”.

“Foi tão estranho. Conversámos um pouco sobre voltar a ser emprestado. O Mata também não contava na altura, por isso o José disse ‘Sabes que, se o Mata sair, serás a quinta escolha em vez da sexta’. Fui completamente honesto. Disse ‘Sinto que o clube não me quer verdadeiramente aqui. Quero jogar futebol. Prefiro que me venda’”, recordou.

“Penso que o José ficou um pouco desiludido, mas, para ser justo, penso que também percebeu que precisava completamente de jogar. Por isso, o clube acabou por me vender, e não houve qualquer problema. O Chelsea recebeu mais do dobro do valor que pagou por mim, e eu entrei numa situação muito melhor no Wolfsburgo”, rematou.

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