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Famílias portuguesas gastam, em média, 138 mil euros na compra de casa

Entre os portugueses que recorrem a financiamento para comprar casa o valor médio gasto na aquisição do imóvel fixa-se em 138 mil euros. Aliás, na sua grande maioria, os portugueses não vão além dos 174.999 mil euros em gastos numa nova habitação.

Famílias portuguesas gastam, em média, 138 mil euros na compra de casa

Conforme os dados do ComparaJá.pt, entre os portugueses que recorrem a financiamento para comprar casa o valor médio gasto na aquisição do imóvel fixa-se em 138 mil euros. Segundo o portal de comparação, na sua grande maioria, os portugueses não vão além dos 174.999 mil euros em gastos numa nova habitação.

De acordo com os mesmos dados enviados ao Notícias ao Minuto, uma percentagem considerável (19%) adquire casas cujo valor não ultrapassa os 74.999 mil euros, enquanto o grosso está naqueles que pedem entre 75.000 euros a 124.999 mil euros e 125 mil euros a 174.999 mil euros. São 31% e 26%, respetivamente.

Portugueses pagam, em média, 401 euros de crédito habitação

O valor médio que os portugueses pagam nos mais recentes contratos de crédito habitação fixa-se nos 401 euros, segundo os dados avançados pelo ComparaJá.pt. 

Cerca de 39,33% das famílias pagam entre 250 euros e 399 euros, enquanto 22,05% pagam entre 400 euros e 549 euros. Segundo o portal de comparação, é nestes intervalos que se encontram a maioria dos utilizadores do serviço de crédito do portal de comparação.

Famílias dentro das recomendações na taxa de esforço do crédito habitação

Começa por explicar o ComparaJá.pt que a taxa de esforço no crédito habitação nunca deve ultrapassar os 50%, de acordo com as indicações do Banco de Portugal. É algo que as famílias cumprem, segundo o portal.

Isto porque a taxa de esforço média dos últimos 11.000 consumidores que recorreram aos seus serviços fica nos 22%. Mais ainda, apenas uma residual percentagem (13,79%) dos portugueses ultrapassam os 40% de taxa de esforço. 

De acordo com o portal, por taxa de esforço, entende-se o rácio entre as obrigações de crédito que o agregado tem e os rendimentos que aufere. Note que a taxa de esforço deverá ser igual ou inferior a cerca de um terço dos rendimentos de cada família de forma a que, face a alterações nas condições socioeconómicas, como o desemprego ou doença prolongada, não haja lugar incumprimentos.

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