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Edifício com vista para o rio Tâmega roda os pisos de acordo com a luz

Segundo o atelier responsável pelo empreendimento, "esta rotação permite fazer um jogo de vivências distintas na qual as orientações dos apartamentos vão sendo diferentes e com pontos de vista diferentes no contato com a paisagem envolvente." O projeto residencial conta com quatro habitações T2 e duas habitações T3.

Torre 261 -

Edifício com vista para o rio Tâmega roda os pisos de acordo com a luz conta com quatro habitações T2 e duas habitações T3.

A Torre 261 é o edifício com vista para o rio Tâmega em Amarante que roda os pisos para ganhar jogos de luz. De acordo com o atelier responsável pelo projeto, Just an Architect, "esta rotação permite fazer um jogo de vivências distintas na qual as orientações dos apartamentos vão sendo diferentes e com pontos de vista diferentes no contato com a paisagem envolvente."

"Urbanisticamente, o terreno encontra duas escalas distintas. A Norte, uma escala de edifícios de quatro e cinco pisos, a Sul pela interceção de uma via de acesso ao parque do Rossio, após a qual a escala muda para uma cércea de dois pisos e tipologia de moradia unifamiliar", revela a empresa em nota descritiva do projeto.

De modo a não existirem empenas planas e rígidas e tentando relacionar com as várias influências da envolvente, assumiu-se uma rotação dos pisos levando esse deslocamento a quatro alçados distintos e que provocam movimentos e jogos de sombra particulares, refere o Diário Imobiliário. 

De acordo com a plataforma especialista no setor imobiliário, o projeto residencial conta com quatro habitações T2 e duas habitações T3. Todas as casas com dois quartos desenham as suas circulações no interior do piso, deixando assim a zona de fachada para as divisões, permitindo o seu contacto com a paisagem e integrando-a em todas as divisões como parte da decoração.

Por seu turno, as casas de tipologia T3 ocupam todo o piso. Isso permite que a circulação logo após o átrio de entrada na habitação defina claramente o espaço mais público e mais privado da casa, resguardando este último.

Segundo o atelier, o desenvolvimento do edifício acompanha no piso térreo o angulo que o lote descreve a nascente, iniciando a partir desse ponto as torções do corpo das habitações, assumindo-se o corpo das comunicações verticais como o elemento agregador e que fecha a frente de rua de uma forma regular, mas qua através do seu material de revestimento, visualmente permeável, deixa perceber o desenvolvimento do edifício nos restantes alçados, lê-se na página oficial.

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