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PAN Lisboa quer mais apoio nas reparações ao domicílio para idosos

Será hoje apresentada e votada na Assembleia da República uma recomendação do Grupo Municipal do PAN pela criação de um serviço municipal gratuito de reparações ao domicílio para pessoas idosas e para pessoas em situação de vulnerabilidade.

PAN Lisboa quer mais apoio nas reparações ao domicílio para idosos

Esta terça-feira, o Grupo Municipal de Lisboa do PAN vai apresentar na Assembleia Municipal de Lisboa uma recomendação pela criação de um serviço municipal gratuito de reparações ao domicílio para pessoas idosas e para pessoas em situação de vulnerabilidade, refere nota enviada aos jornalistas. Esta proposta pretende ainda empregar pessoas em situação de exclusão social, potenciando a sua integração no mercado de trabalho.

“Em Lisboa vivem milhares de pessoas idosas e de pessoas em situação de grande vulnerabilidade que têm dificuldade em conseguir aceder a serviços de reparações domésticas e de pequenos eletrodomésticos.", começa por explicar a deputada do PAN, Inês de Sousa Real.

"Com esta proposta", continua, "queremos que isso seja acessível a todas as cidadãs e cidadãos”, sustenta citada em comunicado.

Assim, o Grupo Municipal do PAN propõe ainda que sejam estabelecidos protocolos com associações e outras entidades para a criação de empregos adaptados para pessoas em situação de exclusão social, como pessoas em situação de sem-abrigo e pessoas com deficiência, assegurando a sua integração no mercado de trabalho. 

“Desta forma, estamos também a potenciar a economia circular, arranjando o que está avariado ao invés de partir logo para a compra de um produto novo, diminuindo, assim, a nossa pegada ecológica, evitando ainda gastos mais avultados para estas pessoas”, acrescenta Inês de Sousa Real. 

Em comunicado, “a Covid-19 veio agravar uma já existente crise socioeconómica, tendo hoje sido avançado que existem mais 400 mil pessoas em situação de pobreza em Portugal, para além de ser ainda visível pelo número de pessoas que perderam o emprego, que perderam as suas casas e que recorrem hoje aos apoios alimentares e aos centros de acolhimento em Lisboa."

"É, por isso, fundamental que na retoma económica seja assegurada esta dimensão social e que os apoios cheguem a quem mais precisa, nomeadamente através da capacitação e da criação de empregos adaptados”, remata a deputada.

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