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Nissan vendeu mais em julho, mas produziu menos

A Nissan publicou os seus resultados até ao fim de julho. As vendas e produção estão em sentidos contrários: comercializou mais viaturas no sétimo mês do ano, mas produziu menos.

Nissan vendeu mais em julho, mas produziu menos

© Kiyoshi Ota/Bloomberg via Getty Images

Bernardo Matias
28/08/2025 20:01 ‧ há 7 horas por Bernardo Matias

Foram conhecidos esta quinta-feira os resultados da Nissan até ao fim de julho. Neste terceiro mês do ano fiscal japonês, o construtor - que atravessa um momento difícil - vendeu mais, mas produziu menos.

 

Em termos de vendas globais, a Nissan registou um aumento de 0,5 por cento por comparação com julho do ano passado (262.745 unidades). Estão incluídos modelos de passageiros e comerciais em todos os mercados (Europa incluída).

No entanto, ao considerar o ano fiscal japonês como um todo (abril até julho), houve uma quebra de vendas que chega aos 4,4 por cento (1.006.758 unidades).

Produção

Em termos de produção, a Nissan registou uma descida de 4,2 por cento em julho por comparação com o mês homólogo de 2024. Saíram das suas linhas de montagem 227.563 exemplares.

No total do primeiro trimestre do novo ano fiscal nipónico, a produção baixou 8,7 por cento por contraste com o mesmo período do ano anterior (933.925 viaturas).

No que toca a exportações a partir do Japão, a Nissan cresceu 14,7 por cento em julho, com 29.323 viaturas - em particular devido à América do Norte e a outros mercados, uma vez que na Europa houve uma quebra de 28 por cento. De abril e julho, houve um recuo de 13,7 por cento, crescendo apenas as exportações para outros mercados.

Veículos comerciais em crescimento

Em julho, a Nissan vendeu menos 22,5 por cento de veículos de passageiros, enquanto de abril até julho a descida foi de 20 por cento exatos. Um desempenho contrastante com o dos modelos comerciais: as vendas cresceram 6,6 por cento em julho e 25,7 por cento nos três meses analisados.

Estes dados não encontram eco na produção, uma vez que baixou nos veículos de passageiros (0,3 em julho e 10,5 de abril até julho) e comerciais (11,3 em julho e 10,2 no total dos três meses).

Reestruturação

De recordar que a Nissan atravessa um período delicado financeiramente. Em reestruturação, tem prevista a extinção de cerca de 20 mil postos de trabalho e de sete das 17 fábricas que tem em todo o mundo. A capacidade de produção será menor e até a sede em Yokohama está à venda. Este ano, Ivan Espinosa assumiu o cargo de diretor-executivo.

Leia Também: Mercedes vendeu participação na Nissan por 278 milhões de euros

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