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Investigador explica estudo sobre Facebook e emoções

Um estudo alargado envolvendo 689.003 utilizadores do Facebook assegura que os conteúdos positivos na rede social têm tendência a aumentar reações positivas, enquanto conteúdos negativos teriam o impacto inverso. Um dos investigadores publicou na rede social um texto a justificar as motivações do estudo.

Investigador explica estudo sobre Facebook e emoções

Este fim-de-semana, no Notícias Ao Minuto, demos conta de um estudo alargado envolvendo 689.003 utilizadores do Facebook, que revelava que conteúdos positivos têm tendência para aumentar respostas positivas. Um dos investigadores publicou, entretanto, na rede social um texto a explicar as razões que motivaram o estudo.

O estudo publicado no site da associação norte-americana Proceedings of the National Academy of Sciences tem recebido atenção e algumas críticas. Adam D. I. Kramer, um dos investigadores, utilizou a rede social que investigou para abordar o tema.

Segundo o investigador, uma das principais preocupações passou por tentar perceber se era verdade – como alguns pensavam na altura, explica – que conteúdos positivos de amigos podiam ter impacto negativo nos outros utilizadores.

Neste estudo foram ‘manipulados’ os conteúdos que surgiam no News Feed dos utilizadores. O investigador explica que nenhum conteúdo era apagado. Simplesmente surgiam (ou não) na página principal do Facebook dos utilizadores.

Basicamente, nos ecrãs de uma parte dos participantes no estudo surgiam conteúdos positivos que poderiam despertar emoções positivas. Já no News Feed de outros participantes surgia uma maior quantidade de conteúdos negativos. A conclusão a que os investigadores chegaram contraria o ‘lugar comum’ que vigorava: afinal de contas, conteúdos positivos têm tendência a provocar reações positivas (comentários, outras publicações, etc.), enquanto conteúdos negativos aumentam a probabilidade de reações também elas negativas, um 'fenómeno' explicável pelo "contágio de emoções".

No seu texto, Adam D. I. Kramer adianta ainda que os investigadores continuam a procurar formas de melhorar a sua metodologia e asseguram que o objetivo nunca foi “incomodar ninguém”, apenas perceber mais sobre as reações emotivas que as pessoas têm quando socializam numa rede social com a dimensão do Facebook.

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