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'Deepfakes'. Facebook lança desafio para combater vídeos manipulados

A empresa lançou uma iniciativa que reuniu apoio de outras empresas como a Microsoft e académicos de todo o mundo.

'Deepfakes'. Facebook lança desafio para combater vídeos manipulados
Notícias ao Minuto

18:00 - 05/09/19 por Miguel Patinha Dias 

Tech Inteligência Artificial

Nos últimos meses tem-se assistido a um aumento preocupante de vídeos conhecidos como ‘deepfakes’. A alteração de caras em vídeos por via de software de Inteligência Artificial faz com que seja difícil dizer com 100% certeza quem disse o quê, resultando num problema que a longo prazo pode tornar-se uma verdadeira dor de cabeça.

É por isso que o Facebook está a anunciar o Deepfake Detection Challenge (Desafio de Deteção de Deepfakes), uma iniciativa com o objetivo de incentivar a indústria tecnológica a criar métodos par detetar vídeos manipulados e impedir que estes sejam disseminados nas redes sociais e plataformas digitais.

Desta forma, o Facebook disponibilizará dados (que não dos utilizadores) e atribuirá prémios e investimentos a colaborações em investigação. Além de contar com os apoios de empresas e entidades como a Microsoft e a Partnership on AI, o Facebook terá também o envolvimento de académicos pertencentes a grandes Universidades como Cornell Tech, Oxford, Maryland, College Park, entre outras.

“Este é um problema em constante evolução, tal como o spam e outros desafios, e a nossa esperança é que ao ajudar a indústria e a comunidade de Inteligência Artificial a unirem-se possamos progredir mais rapidamente”, escreve o responsável por tecnologia do Facebook, Mike Schroepfer, em comunicado.

Este também é um problema reconhecido por académicos e investigadores da área, que esperam que o envolvimento de grandes tecnológicas possa ajudar a combater o progresso das ‘deepfakes’. “A tecnologia para manipular imagens está a avançar mais rápido do que a nossa capacidade de distinguir entre o que é real e o que foi manipulado. Um problema tão grande como este não será resolvido por apenas uma pessoa. Competições abertas como esta impulsionam a inovação ao focar a inteligência coletiva do mundo num objetivo aparentemente impossível”, apontou Phillip Isola, professor-assistente de engenharia elétrica e ciência computacional do MIT.

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