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"É cada vez mais difícil saber onde acabamos e começa o computador"

É possível que os seres humanos venham a fundir-se com máquinas.

"É cada vez mais difícil saber onde acabamos e começa o computador"

Estamos cada vez mais dependentes de smartphones, seja para levar a cabo tarefas diárias seja para armazenar informação útil como nomes, números de telefone, direções e até para comunicarmos.

Em certo sentido, estes dispositivos móveis agem como extensões do nosso próprio corpo e é o que leva ao professor Yuval Noah Harari, da Universidade Hebraica de Jerusalém, a prever que no futuro será difícil saber onde acaba o ser humano e começa o computador.

“No futuro, é provável que o smartphone não esteja de todo separado de ti. Pode estar integrado no teu corpo ou cérebro, a analisar constantemente os teus dados biométricos e emoções,” explicou Harari numa conferência no Festival Europeu de Inovação da Fast Company.

“A Humanidade tem permanecido constante – com os mesmos corpos, cérebros e mentes. Se contássemos aos nossos ancestrais na Idade da Pedra sobre a nossa vida hoje em dia, já pensariam que éramos deuses”, apontou o professor de acordo com o Mirror.

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