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"Apaguem o Facebook". Criador do WhatsApp volta a fazer apelo

Brian Acton foi um dos oradores convidados pela Universidade de Stanford nos EUA.

"Apaguem o Facebook". Criador do WhatsApp volta a fazer apelo
Notícias ao Minuto

08:17 - 18/03/19 por Miguel Patinha Dias 

Tech Brian Acton

O cofundador do WhatsApp, Brian Acton, pediu aos estudantes da Universidade de Stanford, nos EUA, que apagassem as suas contas no Facebook, reporta o BuzzFeed News. Este é, de resto, um apelo coletivo que Acton já havia feito no Twitter em março do ano passado, ao partilhar a hashtag #deletefacebook.

Agora, numa rara aparição pública, Acton não só reiterou a ideia que lançara há sensivelmente um ano, como defendeu também a decisão de vender o WhatsApp à tecnológica de Mark Zuckerberg, não obstante a postura crítica que mantém.

Criticando Silicon Valley por fazer dinheiro à custa da privacidade das pessoas, Acton fez sobressair que não lhe restou alternativa senão vender o WhatsApp. “Voltamos a esta cultura de Silicon Valley e as pessoas dizem ‘Bem, poderias não ter vendido [o WhatsApp]?’ e a resposta é não. Tinha 50 trabalhadores e tinha de pensar neles e no dinheiro que fariam com esta venda. Tive de pensar nos nossos investidores e tive de pensar na minha participação minoritária. Não tinha a influência para dizer não mesmo se quisesse”, explicou Acton.

Enquanto se dirigiu aos alunos da Universidade de Stanford, Acton falou ainda sobre a forma como as empresas tecnológicas tomam decisões acerca da moderação de conteúdo, apontando que todas têm dificuldade em fazê-lo.

“Para ser brutalmente honesto, as redes com curadoria – as redes abertas – têm dificuldades em decidir o que é ou não é discurso de ódio… A Apple tem dificuldade em decidir o que é uma boa app ou uma má app. A Google com o que é um bom website ou um mau website. Estas empresas não estão equipadas para tomar estas decisões. E damos-lhes poder. Essa é a parte má. Compramos os seus produtos. Registamo-nos nestes websites. Apagar o Facebook, certo?”, reforçou Acton.

Leia mais: Facebook remove 1,5 milhões de vídeos do ataque da Nova Zelândia

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