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25 Abril: PSD escolhe nova líder da 'jota' para falar na sessão solene

O PSD escolheu a deputada Margarida Balseiro Lopes, recém-eleita líder da Juventude Social-Democrata, para falar em nome do partido na sessão solene do 25 de Abril na Assembleia da República, disse hoje à Lusa o líder parlamentar.

25 Abril: PSD escolhe nova líder da 'jota' para falar na sessão solene
Notícias ao Minuto

16:32 - 20/04/18 por Lusa

Política AR

"O 25 de Abril tem um significado muito especial para todos nós, mas deve ter um significado especialmente para as gerações que sempre viveram em democracia, como é o caso da Margarida Balseiro Lopes", afirmou Fernando Negrão, justificando a escolha da deputada de 28 anos.

O líder parlamentar do PSD sublinhou que "as gerações mais novas têm de ter a noção que, há muito poucas décadas, Portugal vivia sem nenhum tipo de liberdades".

"É esse o significado principal de darmos a palavra, em nome do partido, à Margarida Balseiro Lopes na sessão solene", explicou.

A sessão solene do 44.º aniversário do 25 de Abril realiza-se na quarta-feira na Assembleia da República a partir das 10:00 e conta com intervenções de todos os partidos com assento parlamentar, do presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues, e do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.

Margarida Balseiro Lopes, deputada do PSD pelo círculo de Leiria, de 28 anos, foi eleita presidente da JSD no dia 15 de abril, no 25.º congresso desta estrutura autónoma partidária.

É a primeira mulher a liderar a organização de juventude do PSD.

Esta será também a 'estreia' de Rui Rio nas cerimónias comemorativas do 25 de Abril enquanto presidente do PSD, já que foi deputado entre 1991 e 2001.

No ano passado, a intervenção do PSD no parlamento coube a Teresa Leal Coelho, que era então vice-presidente do partido e candidata do partido à Câmara Municipal de Lisboa.

No seu discurso na ocasião, Teresa Leal Coelho fez uma separação entre dois modelos de sociedade para defender que apenas "uma sociedade livre, justa e inclusiva" combate privilégios injustificados e corrupção.

De um lado, disse, está uma sociedade baseada "num mercado livre e concorrencial", com "incentivos à iniciativa privada e às empresas". Do outro, defendeu, uma sociedade "caracterizada pela insegurança do direito de propriedade e da livre iniciativa económica, pela opacidade e ausência de escrutínio".

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