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"Estamos abertos a tudo aquilo que o país precise"

O líder do PSD não quis tecer comentários sobre os acordos com o Governo que serão oficializados amanhã, quarta-feira, preferindo focar-se nos problemas do país que advêm do envelhecimento da população. Sobre um possível pacto na Saúde, Rio mostrou total abertura.

"Estamos abertos a tudo aquilo que o país precise"
Notícias ao Minuto

18:52 - 17/04/18 por Melissa Lopes 

Política Rui Rio

Rui Rio disse esta terça-feira que o PSD estará disponível para um pacto na Saúde, “se o Governos e os outros partidos entenderem” que há uma reforma a fazer e um pacto a assinar.

Estamos abertos a todos os acordos estruturais, tudo aquilo que o país precise, que não possa ser feito por um governo, que tenha de ser feito com ajuda de outros partidos, estamos sempre disponíveis para isso”, assegurou o líder social-democrata.

Tal postura significa a máxima que sempre defendeu. “Primeiro lugar está Portugal, depois o partido e depois nós próprios. Tudo o que Portugal necessitar de nós, estamos naturalmente disponíveis”, atirou, sem querer comentar quaisquer outros assuntos fora do raio da Saúde.

Sobre essa matéria, Rui Rio vincou que a sociedade portuguesa tem de se compenetrar no facto de estarmos “realmente perante um problema muito grave, que é o envelhecimento da população”.

E, nesse sentido, prosseguiu, depois de ter recebido a Associação Nacional dos Cuidados Continuados, “o que ouvimos é que o Governo não está tão sensível quanto devia estar para esta matéria, os apoios que têm recebido são escassos e as instituições, muitas delas, têm dívidas a fornecedores, salários em atraso, porque o dinheiro não chega para aquilo que são os custos”.

Rio criticou ainda as situações em que os doentes precisam de cuidados paliativos e, na verdade, são encaminhados como doentes de longa duração. “Portanto, ou não recebem os tratamentos que precisam de receber para ter um fim de vida melhor, mais digno, com menos sofrimento, ou então recebem, mas aquilo que o Estado paga por isso é inferior ao que devia pagar e ao que está contratualizado”, afirmou.

Questionado sobre os acordos com o Governo (sobre descentralização e fundos comunitários) que vão ser assinados esta quarta-feira, depois do debate quinzenal, Rio não disse uma única palavra. E deu a mesma resposta quando interrogado sobre se é a favor de aumentos na Função Pública: “Só vou falar sobre Saúde, se não desvirtuo completamente aquilo que é o objetivo da semana”, disse, garantindo falar sobre o tema depois.

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