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"Fazendo uma coisa de cada vez há condições para fazer todas bem"

O primeiro-ministro esteve, na terça-feira à noite, na antena da RTP2 onde falou sobre o estado da economia em Portugal e, em particular, do turismo e do que este representa para o país.

"Fazendo uma coisa de cada vez há condições para fazer todas bem"
Notícias ao Minuto

08:24 - 07/03/18 por Patrícia Martins Carvalho 

Política António Costa

António Costa defende que o “turismo, não só é importante para a recuperação das cidades, como também é um motor muito importante para outros setores económicos”.

“O turismo puxa por tudo”, diz o primeiro-ministro, considerando que esta é uma “excelente forma de divulgar e projetar a imagem de Portugal” lá fora, pois os turistas descobrem, não só a “excelência do acolhimento turístico português”, como também que o país tem cidades dinâmicas com “muitas oportunidades para investir”.

Nesta senda, o Chefe do Executivo explica que este crescimento, impulsionado pelo turismo, tem “vindo a permitir atrair e fixar” novas empresas e, assim, fazer regressar a “geração” que foi obrigada a sair do país em busca de emprego durante os anos da crise.

Relativamente à descentralização, António Costa considera que a “Assembleia da República tem, nesta sessão legislativa, condições para aprovar um marco importante no reforço da descentralização administrativa do país”, pois “houve um trabalho muito sério feito ao longo deste ano e meio com a Associação Nacional de Municípios e com a Associação Nacional de Freguesias” que permite ter, hoje em dia, um “consenso quase praticamente total relativamente aos diplomas negociados”. E o facto de o novo líder do PSD ser a favor da descentralização é outro fator positivo.

Esta descentralização, frisa o primeiro-ministro, é também um importante instrumento de desenvolvimento económico do país, pois os “países mais desenvolvidos são os que têm também um maior grau de descentralização”.

Em sentido contrário, António Costa é mais prudente quando o assunto é a regionalização. Lembrando que foi feito um referendo há exatamente 20 anos a este propósito, o Chefe do Executivo prefere “consolidar” primeiro a “descentralização para as freguesias e municípios e deixar aberto para o futuro o debate [sobre a regionalização] para que o possamos fazer quando estiver maduro”.

“Se fizermos uma coisa de cada vez temos melhores condições de fazer todas bem”, remata.

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