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Eleição de Centeno? "Enganei-me e fico feliz por me ter enganado"

Edite Estrela reagiu através do Ação Socialista à eleição de Mário Centeno para a presidência do Eurogrupo.

Eleição de Centeno? "Enganei-me e fico feliz por me ter enganado"

Admitindo que não pertenceu “ao grupo dos primeiros entusiastas da candidatura de Mário Centeno à presidência do Eurogrupo”, Edite Estrela reflete esta segunda-feira, através do Ação Socialista, que o seu engano nesse aspeto foi, no entanto, feliz.

“Enganei-me e fico feliz por me ter enganado. Significa que não só Portugal mudou para melhor, mas que também a Europa está a mudar e que a mudança é positiva. E é óbvio que esta eleição reforça o prestígio internacional que o país tem vindo a granjear nos últimos dois anos, como tem vindo a ser reconhecido pelas próprias agências de rating”, escreve a deputada socialista.

Edite Estrela refere que os motivos das suas dúvidas iniciais quanto à candidatura do ministro das Finanças “eram de natureza subjetiva”, que nada tinham a ver com competência. “Durante a campanha eleitoral para as legislativas de 4 de outubro, pude verificar que suas as qualidades pessoais e competência técnica já o faziam sobressair dos seus pares”, esclareceu.

“E havia uma segunda ordem de razões. Parecia-me improvável que a direita europeia, a principal responsável pelas políticas austeritárias, votasse num ministro das Finanças de um país do Sul saído de um programa de resgate e pertencente a um governo socialista apoiado por uma maioria parlamentar de esquerda. Pareciam-me sapos difíceis de engolir”, acrescentou.

Mário Centeno, ainda assim, foi eleito, algo que Edite Estrela vê como um bom sinal. “A boa imagem externa do governo contribui para aliviar os encargos da dívida pública e baixar os juros das empresas portuguesas. Tudo está ligado”, escreve a diretora do jornal oficial do PS.

A deputada socialista acredita, assim que “ter Mário Centeno na presidência do Eurogrupo vai fazer a diferença”. “Já não é só o Ronaldo do Eurogrupo, é o seu presidente legítimo. Um presidente de reconhecida competência e com capacidade para discutir as opções que os técnicos lhe apresentarem. Não deixando passar por soluções técnicas opções ideológicas. O que, parecendo pouco, tem um enorme alcance. Bom trabalho, Mário Centeno”, termina.

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