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"Governo mostra-se incapaz" nas negociações com técnicos de Diagnóstico

O PSD acusou hoje o Governo de incapacidade nas negociações com os técnicos de diagnóstico, cuja greve já afetou mais de 200 mil utentes, e pediu explicações sobre o que diz ser a "degradação do atendimento dos utentes".

"Governo mostra-se incapaz" nas negociações com técnicos de Diagnóstico
Notícias ao Minuto

18:31 - 21/11/17 por Lusa

Política PSD

Numa pergunta dirigida ao ministro da Saúde e hoje entregue no parlamento, o PSD questiona o Governo sobre quando tenciona concluir as negociações com o Sindicato Nacional dos Técnicos Superiores de Saúde das Áreas de Diagnóstico e Terapêutica (STSS), "de modo a fazer cessar a greve" que dura desde o início do mês.

"Considera o Governo apropriadas as condições de atendimento que atualmente se verificam nas unidades prestadoras de cuidados de saúde no Serviço Nacional de Saúde (SNS), bem como os tempos de espera a que os utentes estão a ser sujeitos, designadamente para a realização de análises clínicas?", questionam ainda os sociais-democratas.

Os sindicatos do setor pretendem o cumprimento dos acordos assinados, a apresentação concreta de proposta de deem expressão prática às novas carreiras e lutam contra o bloqueio das negociações.

Segundo os sindicatos do setor, tinha sido acordado com o Governo uma quota de 30% de lugares de topo de carreira para estes profissionais. Contudo, em Conselho de Ministros, essa quota foi diminuída para 15%, uma situação que indigna os trabalhadores.

"O Governo mostra-se incapaz de resolver a situação que criou", acusa o PSD, no requerimento assinado pelos deputados Miguel Santos, Ângela Guerra e Luís Vales.

Para os sociais-democratas, "a incapacidade do Governo está a prejudicar seriamente os utentes", com esperas de largas horas para a realização de análises, exames ou mesmo por consultas e cirurgias.

O PSD lembra que a 04 de outubro já tinha questionado o Governo sobre o processo negocial com estes sindicatos, não tendo obtido qualquer resposta.

Numa outra pergunta hoje divulgada, mas com data de entrada nos serviços de 16 de novembro, o PSD questiona o ministro da Saúde sobre as recentes alterações ao rastreio do cancro da mama, que vai passar a ser iniciado mais tarde, em mulheres a partir dos 50 anos, segundo um despacho do Governo.

Sobre esta matéria, os sociais-democratas querem conhecer os "fundamentos técnicos e estudos científicos" que estiveram na base desta decisão e porque não alargou o programa a mulheres com mais de 70 anos.

Para o PSD, esta decisão do Governo "de restringir o acesso das mulheres ao rastreio precoce do cancro da mama é grave e errada".

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