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"Não estou a favor da demonização da reivindicação por serem professores"

Negociações entre Governo e sindicatos continuam. Pacheco Pereira considera que "há várias razões históricas para o setor público ser privilegiado" e acredita numa "solução equilibrada".

"Não estou a favor da demonização da reivindicação por serem professores"
Notícias ao Minuto

14:14 - 17/11/17 por Notícias Ao Minuto

Política Pacheco Pereira

José Pacheco Pereira abordou as reivindicações dos professores no seu espaço habitual de comentário na Sic Notícias, no programa ‘Quadratura do Círculo’, e salientou a importância do setor público, nomeadamente na educação, defendendo o “equilíbrio” e “justiça social”.

Começando por realçar a importância do Estado enquanto “elevador social”, atacou de seguida o setor privado na educação por ser “muito mal gerido”.

Há várias razões históricas para o setor público ser privilegiado. Entre outras coisas, porque o setor público teve em Portugal e noutros países, desde o século XIX, um papel fundamental de funcionar como elevador social, de tirar as pessoas de condição de miséria e de pobreza para as levar para uma certa mediania”, analisou Pacheco Pereira.

No que diz respeito à greve dos professores, o antigo deputado do PSD criticou a Direita por “diabolizar” Mário Nogueira, uma “espécie de encarnação do mal”. Já em relação às negociações entre Governo e sindicatos, Pacheco Pereira reconhece que “os professores são privilegiados em relação a outros setores da Função Pública”, o que para o historiador é natural da própria profissão.

Nesse sentido, defende que ambas as partes encontrem “uma situação equilibrada” para desbloquear a situação, que nunca poderá passar pela “demonização” dos professores.

“Há uma contradição entre aquilo que os sindicatos e o Governo querem, mas estou a favor que se encontre uma situação equilibrada. Não estou é a favor da demonização da reivindicação por eles serem professores e funcionários públicos”, sublinhou Pacheco Pereira.

O secretário-geral da fenprof, Mário Nogueira, defende que reposição salarial do tempo de serviço congelado seja feito ainda nesta legislatura. Esta sexta-feira, o ministro das Finanças, Mário Centeno, garantiu que quase 50% dos professores vão ter progressões na carreira já em 2018

As negociações entre sindicatos e governo continuam. 

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