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PCP desafia Governo a provar ter tido razão na devolução de rendimentos

O secretário-geral do PCP desafiou hoje o Governo socialista a provar ter tido razão quando optou pela devolução de rendimentos aos portugueses e a continuar esse caminho para a melhoria dos índices económicos do país.

PCP desafia Governo a provar ter tido razão na devolução de rendimentos
Notícias ao Minuto

12:45 - 16/09/17 por Lusa

Política Jerónimo de Sousa

"Se for prosseguido esse caminho de reposição de rendimentos e direitos vem dar razão às afirmações do próprio Governo, que disse que este crescimento económico e evolução positiva resulta muito pela devolução desses direitos e rendimentos, particularmente aos trabalhadores e reformados. Se é o próprio Governo a reconhecer, a resposta é simples: continuemos esse caminho", disse Jerónimo de Sousa.

O também deputado falava aos jornalistas numa ação de rua em Vendas Novas, Évora, na pré-campanha para as eleições autárquicas de 01 de outubro, nas quais os comunistas concorrem na Coligação Democrática Unitária (CDU), juntamente com "Os Verdes" e cidadãos independentes, e foi questionado sobre a entrevista ao primeiro-ministro, publicada hoje pelo Diário de Notícias.

"Nem mais nem menos difícil [o diálogo com o Governo para elaboração do Orçamento do Estado para 2018]", classificou o líder do PCP, descrevendo um "processo de exame e avaliações comuns, que não comporta o 'tudo ou nada'". Segundo Jerónimo de Sousa, "com algum esforço", o PCP e o Governo do PS podem "conseguir alguma aproximação", sobretudo no capítulo das políticas sociais.

António Costa atribuíra algum endurecimento de posições por parte de BE e PCP à natural concorrência para as eleições autárquicas e respetiva necessidade de vincar as identidades dos diversos partidos, confiando numa possível reedição dos acordos estabelecidos à esquerda.

Jerónimo de Sousa reiterou que "dificilmente será repetível" a assinatura de posições conjuntas entre BE, PCP, PEV e PS para viabilizar um novo executivo socialista no final da atual legislatura, como aconteceu em novembro de 2015, embora sem o excluir.

"Será perante situações concretas é que encontraremos soluções e respostas concretas", disse.

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