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Não pode haver "energúmenos que brinquem com o fogo por razões políticas"

O candidato independente à Câmara Municipal de Sintra deixa críticas a algumas declarações proferidas pelo atual presidente com relação aos incêndios.

Não pode haver "energúmenos que brinquem com o fogo por razões políticas"
Notícias ao Minuto

20:54 - 16/08/17 por Anabela de Sousa Dantas

Política Marco Almeida

A coligação ‘Juntos pelos Sintrenses’, liderada por Marco Almeida, enviou um comunicado às redações onde tece duras críticas ao atual presidente da Câmara Municipal de Sintra, Basílio Horta, por este ter declarado em entrevista que houve quatro tentativas de fogo posto, acrescentado enigmaticamente que isto acontece “em período eleitoral”.

“Os incêndios? Eh pá, nem me fale nisso! Já tivemos quatro tentativas de fogo posto na Serra. Quatro! Na Atalaia, três. Fogo posto. Isso preocupa-me muito. Que haja pessoas que, em período eleitoral, que ponham - pessoas de cabeça perdida - ponham fogo. Que ponham fogo aqui à... isso é uma preocupação”, indicou, em entrevista ao Observador.

“A coligação ‘Juntos pelos Sintrenses’ não faz política irresponsável a respeito de uma ameaça tão violenta para a vida nacional”, escreve o comunicado, indicando que se o presidente da Câmara “tiver conhecimento de motivações políticas e, nomeadamente, político-eleitorais em ações de fogo posto, nestes incêndios que atingem o pais e, concretamente, no território municipal de Sintra, tem a estrita obrigação moral, política e legal de denunciar essas acções e os seus autores às autoridades competentes”.

Ressalvando que duvida destas alegações, a coligação liderada pelo candidato independente esclarece que quando há suspeitas de fogo posto “as autoridades intervêm, seja em Sintra, seja noutros pontos do país”.

Mas, ao ouvir, em entrevista, as certezas do candidato Basílio Horta, é evidente que os sintrenses não podem estar à mercê de energúmenos que brinquem com o fogo por razões políticas. E é também evidente que os sintrenses não podem estar à mercê de um presidente da Câmara que, podendo conhecer factos de tão extrema gravidade (...) não convocasse as autoridades a reprimir exemplarmente tão condenáveis atividades”, pode ler-se.

A coligação exige, assim, que Basílio Horta se retrate ou que denuncie os crimes às autoridades judiciárias, tendo dado até hoje, quarta-feira, para assistir a uma reação do presidente da Câmara Municipal.

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