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Indemnizações não devem ser "arma de arremesso político", responde PS

A secretária-geral Adjunta do PS disse hoje que a questão das indemnizações às vítimas dos incêndios de Pedrógão Grande não deve ser uma "arma de arremesso político", para "conquista de votos".

Indemnizações não devem ser "arma de arremesso político", responde PS
Notícias ao Minuto

21:38 - 01/08/17 por Lusa

Política Incêndios

Em declarações à Lusa, Ana Catarina Mendes frisou que a situação não deve constituir "uma arma de arrenesso político", defendendo que o caso tem que ser visto "com objetividade, com critério, com rigor", pois as pessoas que foram afetadas merecem esse respeito.

"Continuo a achar que a direita está a politizar demasiado esta situação, não vale tudo na política à conquista de votos", sublinhou, acrescentando que deve ser feito tudo o que estiver ao alcance do Estado português para ajudar estas famílias "a recuperarem os seus bens materiais e as perdas que tiveram em termos familiares".

Ana Catarina Mendes falava à Lusa à margem da apresentação dos candidatos do PS à Câmara Municipal de Faro, cuja lista é encabeçada pelo deputado António Eusébio, que já presidiu à autarquia vizinha de São Brás de Alportel durante doze anos.

"Estamos em agosto e costuma ser uma época propícia para alguns disparates, mas o que não pode acontecer em política é utilizar o sofrimento humano como arma política porque isso é desrespeito pelas pessoas", concluiu.

O PSD considerou hoje que é o medo que haja algum "salpico político" para o Governo que está a levar o PS a politizar e a retardar o mecanismo extrajudicial de indemnizações às vítimas dos incêndios de Pedrógão Grande.

No dia em que o DN noticiou que PSD, CDS-PP e PCP, com o apoio do BE, querem aprovar, no parlamento, esse diploma logo em setembro, após as férias de verão, o PS criticou a pressa destes partidos, afirmando não ter "objeções de princípio" ao diploma.

"Esta recusa do PS, esta cegueira do PS, este medo do PS que haja algum salpico político para o Governo é que está a politizar a questão, sem necessidade nenhuma. O que está em causa são as pessoas, não é o Governo", criticou o vice-presidente da bancada parlamentar do PSD, Carlos Abreu Amorim, em declarações à agência Lusa.

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