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BE quer aprovação "urgente" de projeto para acelerar indemnizações

O Bloco de Esquerda defendeu hoje a aprovação "o mais urgentemente possível" do projeto de lei para acelerar as indemnizações das vítimas dos incêndios de Pedrógão Grande.

BE quer aprovação "urgente" de projeto para acelerar indemnizações
Notícias ao Minuto

14:32 - 01/08/17 por Lusa

Política Pedrógão Grande

Esta posição foi assumida pela deputada bloquista Sandra Cunha numa declaração aos jornalistas, no parlamento, no dia em que o DN noticiou que PSD, CDS-PP e PCP, com o apoio do BE, querem aprovar, no parlamento, esse diploma logo em setembro, após as férias de verão.

O objetivo dos bloquistas é que o projeto seja aprovado "o mais urgentemente possível", pondo fim a querelas partidárias e seja conseguido um consenso para se iniciar o apoio às vítimas.

"Se vamos estar à espera de indemnizações que decorrem do processo normal, são não sei quantos meses à espera", afirmou a deputada do BE.

Sandra Cunha não excluiu que a decisão seja tomada numa Comissão Permanente, órgão que substitui o plenário da Assembleia da República durante as férias, e que pode ser convocado em determinadas condições.

"Se houver possibilidade de uma comissão permanente", o BE apoiará e está em contacto com os restantes grupos parlamentares para se conseguir que esta solução seja aprovada "o mais rapidamente possível", acrescentou a deputada.

O PS alertou hoje que é necessário fazer o trabalho de especialidade, nomeadamente audições, do Conselho Superior de Magistratura, responsável pela escolha do magistrado para presidir à comissão que decidiria as indemnizações das vítimas.

PSD, CDS-PP e PCP acordaram, em julho, a aprovação de um projeto de lei para acelerar as indemnizações das vítimas dos incêndios de Pedrógão Grande,

O diploma foi aprovado, na generalidade, com o apoio do BE em 19 de julho, e a abstenção do PS e do PAN.

O incêndio que deflagrou em Pedrógão Grande no dia 17 de junho, no distrito de Leiria, provocou pelo menos 64 mortos e mais de 200 feridos e só foi dado como extinto uma semana depois.

Os prejuízos diretos dos incêndios ascendem a 193,3 milhões de euros, estimando-se em 303,5 milhões o investimento em medidas de prevenção e relançamento da economia.

Mais de dois mil operacionais estiveram envolvidos no combate às chamas, que consumiram 53 mil hectares de floresta, o equivalente a cerca de 75 mil campos de futebol. O fogo chegou ainda aos distritos de Castelo Branco, através da Sertã, e de Coimbra, pela Pampilhosa da Serra e Penela.

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