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"Distrital do PSD do Porto é o absurdo da censura"

Trata-se, na opinião de Joaquim Jorge, de uma censura "injuriosa que abre feridas no relacionamento entre o partido e a opinião pública".

"Distrital do PSD do Porto é o absurdo da censura"
Notícias ao Minuto

15:06 - 20/03/17 por Notícias Ao Minuto

Política Joaquim Jorge

Joaquim Jorge, fundador do Clube de Pensadores, faz duras críticas à distrital do PSD do Porto, a propósito da sua candidatura autárquica, pelo mesmo partido, a Matosinhos.

O candidato começa por "declarar o registo de interesses" no tema, uma vez que é "parte interessada no processo" para abordar a "arte do enredo maquiavélico" que, diz, está por trás da sua candidatura.

"Ao receber este convite por parte da concelhia do PSD de Matosinhos para ser candidato à CM Matosinhos sabia da vulnerabilidade da sua aceitação", afirma Joaquim Jorge, salientando que esse convite, porém, não o colocaria imediatamente como candidato. Isto porque "em última instância a distrital é que decide. É assim que funcionam os partidos", analisa.

Porém, o processo não tem sido pacífico e tem suscitado muitas críticas da parte de Joaquim Jorge. "Todos os argumentos que inventaram, desde o erro de percepção do convite , depois todas as tramoias feitas para ganharem tempo e influenciarem alguns membros da concelhia é arte de um enredo maquiavélico", acusa. Apesar disso, sublinha, acabou por ser aprovado para ser candidato na concelhia. E vai mais além ao criticar a distrital do PSD do Porto, "comandada pelo triunvirato Marco António Costa , Virgílio Macedo e Bragança Fernandes". A distrital "é o absurdo da censura".

E explica porquê: "A regulação que a distrital enuncia de controlo da concelhia frustra aquilo que não quer expressar - não quer o Joaquim Jorge - , mas não tem coragem de o dizer publicamente".

Além disso, "ao marcar os limites do que decide, ao censurar paradoxalmente expõe o que nega". No entendimento de Joaquim Jorge, a censura em relação a determinadas pessoas além de injuriosa, abre feridas no relacionamento entre o partido e a opinião pública".

"Afinal de contas, os partidos deveriam perceber os sinais dados pelos cidadãos , ter a arte e engenho para escolher os melhores e aqueles que vão de encontro ao que o eleitorado deseja", termina.

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