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"Crato é o melhor ministro da Educação da nossa democracia"

José Miguel Júdice acusa os portugueses de serem os culpados dos políticos serem mentirosos, uma vez que todos nós preferimos ouvir coisas boas do que sermos confrontados com a realidade. Defensor de que as eleições legislativas deveriam ser realizadas na primavera, o advogado defende que António Costa é o homem certo para liderar o país. O maior elogio vai, porém, para Nuno Crato, que considera ser o melhor ministro da Educação da democracia portuguesa.

"Crato é o melhor ministro da Educação da nossa democracia"
Notícias ao Minuto

15:35 - 01/11/14 por Notícias Ao Minuto 

Política Miguel Júdice

“Nunca votaremos em alguém que nos diga a verdade, mas sempre em quem nos minta”. É desta forma que José Miguel Júdice, em entrevista ao jornal i, explica o porquê da democracia estar a ser corrompida por políticos mentirosos.

Segundo o advogado, os “políticos não são masoquistas” e sabem que “se mentirem é melhor para eles e são mais valorizados pelos cidadãos”. Isto porque os portugueses não querem “enfrentar a realidade trágica que estamos a viver”.

Apesar disso, o ex-bastonário da Ordem dos Advogados não deixa de elogiar alguns políticos da atualidade pelas suas decisões. São eles, Passos Coelho que teve a coragem de apresentar um Orçamento do Estado para 2015 realista e com propostas “que não são eleitoralistas”; António Costa que afirma ser o “político mais dotado da sua geração” e; por fim, Nuno Crato, “o melhor ministro da Educação da história da democracia portuguesa”.

Nuno Crato “está bem preparado, é qualificado e inteligente, além de ser aquele que fez mais reformas. No entanto, por causa de todos os problemas sai com o nome desgastado para o resto da vida”, afirma, considerando tratar-se de um preço político devido ao mau funcionamento do sistema e da administração pública.

Já em relação a António Costa defende que este é o homem da ocasião e que é a pessoa “indicada para liderar o país”. Em caso de vitória nas eleições legislativas deve preocupar-se em governar “à esquerda e não jogar na solução da facilidade que é procurar uma aliança com o Partido Social-Democrata”, refere.

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