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"As pessoas descontaram o que lhes pediram, nem mais nem menos"

A voz do economista João Duque é mais uma que se vem juntar às que têm criticado o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, a propósito das palavras que dirigiu no domingo à classe de pensionistas. Para o presidente do Instituto Superior de Economia e Gestão o argumento evocado pelo chefe do Executivo não é “lícito”, disse em declarações à Renascença.

"As pessoas descontaram o que lhes pediram, nem mais nem menos"

“Não é lícito dizer que por que ‘calculámos mal durante anos e anos a sua pensão de reforma, o senhor agora vai ser mais penalizado por isso’”, observou o economista João Duque face às declarações do primeiro-ministro Passos Coelho, em que atira farpas à classe pensionista.

"Não me parece adequado, não há qualquer possibilidade de se imputar erro às pessoas, as pessoas descontaram o que lhes pediram, nem mais nem menos. Esse argumento não deve ser usado”, sublinhou o responsável.

Passos Coelho criticava este domingo os reformados que recebem pensões mais elevadas, defendendo que estes deveriam dar “um contributo maior” ao Estado e, ao mesmo tempo, não lhes conferindo legitimidade para se queixarem.

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