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As frases que marcaram o primeiro dia de campanha eleitoral

Eis uma seleção de frases que marcaram o primeiro dia da campanha eleitoral para as legislativas de 10 de março.

As frases que marcaram o primeiro dia de campanha eleitoral
Notícias ao Minuto

23:58 - 25/02/24 por Lusa

Política Legislativas

A campanha eleitoral para as legislativas de 10 de março arrancou, este domingo, com muitas trocas de acusações e poucas propostas. Eis uma seleção de frases que marcaram este primeiro primeiro dia:

Mariana Mortágua, coordenadora do BE

"O objetivo do Bloco de Esquerda nestas eleições é ganhar, e ganhar quer dizer duas coisas: quer dizer uma maioria com a esquerda e só uma maioria com a esquerda garante estabilidade ao país e só uma maioria com a esquerda garante que pomos a saúde primária em primeiro lugar, garante médico de família, enfermeiro de família e equipa de saúde familiar."

Pedro Nuno Santos, secretário-geral do PS

"Agora, nesta campanha, somos nós e o povo, sem intermediários. Nisso, ninguém bate o PS. Temos uma relação de proximidade e de confiança. Estou focado numa vitória que trave o avanço das diferentes direitas."

Luís Montenegro, líder da AD

"Esta onda está cada vez maior, esta onda vai crescer todos os dias e vai trazer uma grande vitória à AD no próximo dia 10 de março. Vamos lutar até ao último segundo por uma grande vitória para dar um novo Governo a Portugal."

Luísa Salgueiro, a presidente da Câmara de Matosinhos e da Associação Nacional dos Municípios Portugueses

"Há dois anos as sondagens davam a vitória ao PSD mesmo na última semana de campanha, mas o PS teve maioria absoluta."

Eduardo Vítor Rodrigues, presidente da Câmara de Gaia

"Temos coisas extraordinárias a acontecer nas nossas escolas e nos nossos centros de saúde, mas não têm visibilidade. Não estamos aqui para negar os problemas, mas dizemos que o país está melhor do que há oito anos e que seria um desperdício deitar fora tudo aquilo que fez o primeiro-ministro, António Costa, e Pedro Nuno Santos."

Paulo Rangel, vice-presidente do PSD

"O PS neste momento, em desespero já está a imitar o Chega e está a basear a sua campanha nas notícias falsas, nos boatos e nos rumores."

Rui Rocha, presidente da IL

"Não se deve gastar mal o dinheiro dos contribuintes, o Estado deve promover a mobilidade social e a igualdade de oportunidades na educação."

Francisco Assis, cabeça de lista do PS pelo Porto

"O que nos separa da direita democrática é que nós não nos limitamos a defender a democracia política, nós apostamos também na democracia económica, social e cultural."

Pedro Nuno Santos

"Lutar por Portugal não é uma opção mas um dever; defender Portugal dos ilusionistas das direitas não é uma opção mas um dever; defender o Serviço Nacional de Saúde (SNS) daqueles que o querem entregar aos privados não é uma opção mas um dever."

Luís Montenegro

"Eu sou um homem do contacto com o povo, eu sou um homem de andar na rua, eu sou um homem de discutir um a um o sentido de voto de cada português. Eu não tenho medo de nada, não tenho medo de falar com os portugueses. Eu sei que os portugueses vão estar connosco, vão dar-nos uma grande vitória, e nós vamos pegar na vitória para transformar a vida das pessoas."

Mariana Mortágua

"Tomem nota: não há nenhum erro, não há nenhum atraso da maioria absoluta [do PS] que os partidos da direita não pretendam agravar em Portugal. Vão agravar todos. Não resolvem problema nenhum do país. Nenhum problema do país será resolvido pela direita."

Inês Sousa Real, porta-voz do PAN

"Como o PAN tem defendido, nós precisamos de mais políticas públicas que permitam ajudar as famílias que têm animais, mas também as associações, nomeadamente reduzindo o IVA das rações e dos cuidados médico veterinários dos 23% para os 6%."

Luís Montenegro

"Eu quero dizer-vos, nós somos a mudança segura. Nós não somos uma aventura e não prometemos aquilo que não podemos cumprir (...) Não vai ser de um dia para o outro, vamos ter de implementar uma cultura de mudança, de ambição, de transformação, mas alguns resultados vão demorar algum tempo a chegar à vida quotidiana das pessoas, mas vão chegar."

Paulo Raimundo, secretário-geral do PCP

"É abismal a diferença entre os temas de debate e a vida das pessoas. E é de sublinhar o alinhamento de todos com a agenda da bolha mediática e o brutal afastamento do dia a dia de milhões de pessoas que cá vivem e trabalham. Esta bolha quis e, pelos vistos, quer que se fale muito da forma e pouco do conteúdo."

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