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Cenário macroeconómico da AD é "carta ao Pai Natal fora de tempo"

O secretário-geral do PS considerou hoje que o programa económico apresentado pela AD (PSD/CDS-PP/PPM) é uma "carta ao Pai Natal fora de tempo", alegando que faz depender a projeção de crescimento de uma descida do IRC.

Cenário macroeconómico da AD é "carta ao Pai Natal fora de tempo"

© Rita Chantre / Global Imagens

Lusa
25/01/2024 17:06 ‧ há 1 ano por Lusa

Esta posição de Pedro Nuno Santos foi transmitida aos jornalistas, depois de ter visitado duas instituições de apoio social na Amadora, após ser interrogado sobre o cenário macroeconómico apresentado pela Aliança Democrática (AD) na quarta-feira.

"É uma carta ao Pai Natal fora de tempo. Esse programa não apresenta qualquer estratégia nem visão para o país e, na realidade, faz depender o crescimento económico de uma espécie de bala de prata: o IRC", reagiu o líder socialista.

Perante os jornalistas, Pedro Nuno Santos afirmou que a AD "acredita que basta uma redução do IRC para a economia portuguesa começar a crescer".

"Mas, depois, a quantificação desse crescimento não é explicada. Estamos perante uma proposta muito limitada e que não tem o poder de transformação" previsto nesse cenário macroeconómico, sustentou o secretário-geral do PS.

O secretário-geral do PS argumentou ainda em relação ao programa do PSD que "uma grande parte das empresas não paga IRC" e, como tal, não vão beneficiar com a redução desse imposto.

"A redução do IRC não tem o poder de transformação que o PSD acredita", insistiu.

Para Pedro Nuno Santos, pelo contrário, "a primeira prioridade do PS é a economia".

"Depois de eleito secretário-geral do PS, as primeiras visitas que efetuei foram a empresas e a centros de investigação. Queremos que o setor privado invista onde bem entenda e o Estado, com recursos limitados, dê prioridade a setores com maior potencial de arrastamento da nossa economia. Queremos que o sistema de incentivos seja mais seletivo", declarou.

[Notícia atualizada às 17h28]

Leia Também: Madeira? "Não vamos aproveitar nenhum caso judicial para fazer política"

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